quarta-feira, 28 de abril de 2021

Programa Arte e Cultura Mato Grosso, na TVAL, abre temporada 2021 repaginado



 A nova temporada do programa de TV Arte e Cultura Mato Grosso já está sendo filmada e em maio serão exibidas edições inéditas na TV Assembleia, com a mesma proposta de apresentar a diversidade cultural mato-grossense, conteúdo para o espectador em casa e cachê para os artistas afetados pela pandemia.

Mas a temporada 2021 traz novos olhares: também apresentar as ações do Teatro do Cerrado Zulmira Canavarros e da Assembleia Social e permitir programas temáticos, a exemplo do “Fé de Francisca”, primeiro a ser gravado este ano, linha inspirada na edição especial de fim de ano “Na Pele”, lançamento do livro homônimo da poeta Luciene Carvalho, quando o palco do Teatro Zulmira foi ocupado por artistas negros de diversas expressões culturais.

O programa Fé de Francisca foi excepcionalmente dirigido pelo cineasta e fotógrafo Henrique Santian, quem desenvolveu uma relação próxima com a benzedeira de Chapada dos Guimarães, Francisca Correia da Costa, de 107 anos. “A gente está trabalhando com o universo que Francisca traz para a gente nas falas, nas memórias, na sabedoria dela do dia a dia”, conta.

Henrique Santian, há anos, desenvolve alguns projetos de homenagens à conhecida ‘vó Francisca’, a exemplo de ensaios fotográficos e um álbum musical. Em 2020, teve seu projeto contemplado pela Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel/MT), por meio do edital Conexão Mestres da Cultura, com recursos da Lei Aldir Blanc.

E foram os produtos contemplados pela Secel/MT que inspiraram a inovadora edição do Arte e Cultura Mato Grosso: algumas performances que compõem o um filme de média metragem e canções do álbum inédito.

Thank you for watching

O nome do projeto e do programa do Teatro do Cerrado Zulmira Canavarros destaca a mais conhecida característica de vó Francisca: a religiosidade, muito além do sincretismo entre o catolicismo e o candomblé. “Algumas performances trazem a possibilidade de narrar a história de Francisca, da forma como ela vê e como ela sente as coisas, através da espiritualidade”, explica o diretor.

O espectador do Arte e Cultura Mato Grosso irá se deliciar com a performance do orixá Oxaguiã (Ton dos Santos), com a representação da orixá Oxum, por Estela Marys fazendo Oxum, com a composição do grupo de artistas norte americanas Ley Line, entre outras surpresas.

“Nesta pandemia, tivemos que nos reinventar de diversas formas. E o programa Arte e Cultura Mato Grosso é a coroação de nosso objetivo de disseminar a cultura mato-grossense, incentivar o público a ficar em casa em segurança, ocupar o palco do Teatro Zulmira e ainda garantir renda a nossos artistas”, explica a diretora da Assembleia Social e do Teatro do Cerrado, Daniella Paula, citando que, em 2020, a produção teve 25 programas inéditos e atendeu, diretamente, 173 trabalhadores do segmento cultural.

“E acolher este projeto lindo de homenagem em vida à Francisca, esta mulher gigante, com tanta sabedoria, foi uma grande alegria para nós. Vó Francisca merece mais uma forma de homenagem e nós merecemos nos deliciar com produções tão sensíveis inspiradas nos ensinamentos dela!”, exclama Dani Paula.

O Programa Arte e Cultura Mato Grosso vai ao ar na TV Assembleia (canal 30.1 da TV aberta) aos sábados, às 15h, com reprises aos domingos, às 15h e às 20h. Além de “Fé de Francisca”, outros dois programas já estão sendo gravados, para garantir a continuidade das exibições.

Operário de Várzea Grande vence o Sorriso nos pênaltis e é o primeiro semifinalista do Estadual



 O Operário de Várzea Grande é o primeiro semifinalista do Campeonato Mato-grossense. A vaga foi decidida com muita emoção após um novo empate no tempo regulamentar com o Grêmio Sorriso na manhã desta quarta-feira (28), no Estádio Dito Souza, a partida teve que ser decidida nos pênaltis. Melhor para o CEOV, que teve aproveitamento de 100% nas penalidades e viu o adversário desperdiçar todas as cobranças. 

 

domingo, 25 de abril de 2021

Quintal da Domingas oferece oficinas dedicadas à valorização da cultura popular de MT



 O Instituto INCA – Inclusão, Cidadania e Ação lança o projeto “Musicalização Semente Ribeirinha”, desenvolvido em rede com o “Ponto de Cultura Quintal da Domingas”. Totalmente gratuito, o trabalho visa criar uma Orquestra de Instrumentos Regionais, para aprendizado, resgate e perpetuação da história, com aulas de viola de cocho, mocho e ganzá, com música e cantoria, além de oficina de artesanato em cerâmica e danças tradicionais da cultura popular cuiabana, com ênfase no Siriri.

As oficinas de “Musicalização regional infantil”, “Artesanato em cerâmica” e “Dança regional - vivência para dançarino” tem duração de seis meses cada uma e devem começar no feriado do dia 1 de maio (Dia do Trabalhador), com aulas práticas e teóricas, sendo inicialmente virtuais, por conta do avanço de contaminação da Covid-19.

Os instrumentos serão disponibilizados aos alunos por meio de termos de responsabilidade assinados pelos responsáveis, para que as crianças e jovens possam fazer a aula prática em casa.  E o barro será disponibilizado semanalmente aos alunos, para que os mesmos possam fazer a aula prática em casa também.

Quando a disseminação do vírus estiver mais controlada e possibilitando maior segurança no contexto dos protocolos de prevenção a saúde, as aulas acontecerão de forma presencial no Quintal da Domingas, na comunidade São Gonçalo Beira Rio.

O Musicalização Semente Ribeirinha conta com recursos do Governo do Estado de Mato Grosso, por meio da Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel-MT), através de emendas parlamentares dos deputados estaduais Lúdio Cabral, Janaíva Riva e Wilson Santos, e apoio da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT).

As oficinas

São 10 vagas para a oficina de “Musicalização regional infantil”, para a faixa etária de 12 a 14 anos de idade, com aulas aos sábados, às 8h, disponibilizadas uma vez na semana.

Os alunos vão aprender sobre a viola de cocho, o mocho e o ganzá, desde a história ao manuseio, além da Formação em Conjunto (Orquestra Musical Regional) e o Canto Coletivo (coral). As aulas serão conduzidas pelo instrutor Eduardo Aparecido dos Santos.

A oficina de “Artesanato em cerâmica” possui 20 vagas para adultos com idade acima de 18 anos, e será realizada aos sábados, às 16h, por Domingas Leonor da Silva.

A cerâmica é fonte de sobrevivência de muitas famílias que moram à beira do Rio Cuiabá, e a cuiabana Domingas vai contar a história da Comunidade São Gonçalo Beira Rio, as influências culturais, a ancestralidade da cerâmica, do barro à argila, vai ensinar os tipos de peças e a magia do barro na palma da mão.

Após isso se dará início a prática, onde cada aluno confeccionará uma peça que ficará na comunidade para o processo de queima artesanal. Após a realização da queima a peça produzida será devolvida aos alunos para que possa expor no lugar desejado.

A oficina “Dança regional - vivência para dançarino” disponibiliza 20 vagas para maiores de 18 anos, com aulas de dança regional e repertório artístico produzido pelo grupo Flor Ribeirinha, sempre aos domingos, às 16h, pelo instrutor Michel Luiz Brito.

O projeto

O projeto foi elaborado com a finalidade de levar à sociedade formação artística e cultural, com muito regionalismo, contemplando dessa forma a criação de uma Orquestra de Instrumentos Regionais, para aprendizado, resgate e perpetuação da história, por meio das diversas manifestações culturais presentes em São Gonçalo Beira Rio, onde se vivenciam e preservam as tradições das festas de santos, produção da cerâmica em argila e comidas e bebidas típicas.

“É preciso demonstrar que a cultura mato-grossense precisa de resgate e difusão e que este aprendizado e vivência são válidos para todas as idades. Também de salvaguardar o patrimônio imaterial, que é a viola de cocho, o mocho e o ganzá, efetivando a produção deles, pois são instrumentos primordiais utilizados nas apresentações do Siriri e do Cururu. Desta maneira ampliamos o acesso aos benefícios gerados pela utilização e preservação, com estudo e prática das vertentes de nossa cultura”, destaca o produtor cultural do projeto Avner Augusto.

Jornalista cria perfil literário durante pandemia


 

A jornalista Fabiana Prado, 28 anos, sempre foi uma leitora voraz. Fã de autores como a brasileira Carina Rissi e o estadunidense Nicholas Sparks, ela sempre fez da literatura uma ferramenta de lazer e entretenimento. Só neste ano foram mais de 5.700 páginas, divididas em 20 livros, entre suas versões físicas e digitais. 

Os livros, no entanto, não eram os protagonistas da sua vida até março de 2020. Antes, a jornalista dividia seu tempo de leitura programando viagens, vendo os amigos ou indo ao cinema, dentre outras atividades. A pandemia mudou todo o cenário. 

“Primeiro, entramos em home office no trabalho e tive que me adaptar a este modelo novo de ficar em casa 24 horas por dia. Depois, tive que adiar as férias que tinha sonhado e planejado por meses por conta da pandemia, dos voos cancelados e das atrações turísticas fechadas. Fora isso, as notícias sobre os números de casos de coronavírus só aumentavam. Foi neste cenário que começaram as crises de ansiedade”, lembra. 

Tentando entender – assim como a maioria dos brasileiros – o que seria da vida pelos próximos meses, a leitora voraz pensou: e se a leitura fosse um pouquinho além? Assim, no dia 18 de abril de 2020 o Date Literário (www.instagram.com/date_literario) nasceu. 

Thank you for watching

“O Date foi e continua sendo minha válvula de escape neste período pandêmico e que às vezes parece que nunca vai passar. Gosto de planejar conteúdos, preparar cenários, fazer posts comemorativos e brincar com os vídeos que estão na moda. Antes eu quase nunca aparecia, mas nos últimos meses percebi que colocar nossa cara faz o público saber com quem está falando. Tem sido interessante. Compartilhar o que penso, livros que gosto ou odeio, dicas e desafios me ajudam muito”, destaca. 

Dia Mundial do Livro – Nesta sexta-feira (23.04) é comemorado o Dia Mundial do Livro ou simplesmente Dia do Livro. A data visa homenagear várias obras literárias e seus autores, além de conscientizar as pessoas sobre os prazeres da leitura.

Mais informações – Quer seguir a Fabi e conferir o conteúdo literário dela? Acesse: www.instagram.com/date_literario.


Fonte:Assessoria

quarta-feira, 21 de abril de 2021

Comunidade indígena lança site para venda de biojoias e artesanato


 

O grupo de artesãos indígenas Bôloriê Umutina, do povo Umutina-Balatiponé de Barra do Bugres, tem a oportunidade de vender suas criações em seu próprio site, a plataforma de e-commerce foi desenvolvida com recursos do Edital Mato Grosso Criativo, realizado pela Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel-MT).

O site bolorieumutina.com.br já está no ar, é uma das ações que integram o projeto “Criação e aperfeiçoamento da loja boloriê umutina”. O evento será transmitido via Facebook, pela página Criações Bôloriê Umutina.

De acordo com o proponente do projeto Isaac Amajunepá, o projeto também possibilitou o fortalecimento, reorganização e ampliação do grupo Criações Bôloriê Umutina. Os artesãos se especializaram na criação de biojoias, mas também produzem uma variedade de peças como cestos, escultura em madeira, bolsas, abanadores, arco e flecha. São alguns dos produtos disponíveis no site.

“O projeto foi feito e pensado para garantir a sustentabilidade da comunidade. Antes, as peças de nossos artesãos eram vendidas por atravessadores, que na maioria das vezes ficavam com a maior parte dos lucros na venda das peças. O site é marco muito importante para a comunidade, o nosso objetivo é estabelecer uma relação direta entre clientes e artesãos, que agora irão receber integralmente pelas suas obras”, destaca Amajunepá.

Livro com análise das obras de Ricardo Guilherme Dicke será lançado


 

O livro “A estética de Dicke: entre o sublime e o grotesco”, da professora Shirlene Rohr de Souza, será lançado nesta terça-feira (20.04), às 20h. O evento será transmitido via Youtube, no Canal do Grupo de Estudos e Pesquisas em Direitos Fundamentais e Interdisciplinaridade da Universidade do Estado de Mato Grosso (Gedifi/Unemat), disponível aqui.

O livro é resultado do projeto “Publicação de livro, gênero crítica literária – sobre Ricardo Guilherme Dicke”, contemplado no Edital MT Nascentes, realizado pela Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel-MT). O livro constitui um exame das narrativas do escritor mato-grossense pelo viés da Estética e seus conceitos fundamentais: belo, feio, sublime e grotesco.

Publicado em dois formatos: impresso e digital, a obra constitui uma forma de enfatizar a importância de Dicke no cenário cultural de Mato Grosso. De acordo com a autora, o interesse pelas obras de Ricardo Guilherme Dicke nasceu a partir da leitura da obra “Toada do Esquecido”.

“O livro se tornou objeto inicial da minha pesquisa de doutorado que, por fim, expandiu-se para toda a obra narrativa do autor. Durante a pandemia, a escrita constituiu uma forma de resistência e de produção. A expectativa é que o livro possa circular entre leitores e admiradores de Dicke”, conclui Shirlene.

O escritor e artista plástico Ricardo Guilherme Dicke, morreu em 2008, em Cuiabá. Bacharel em filosofia, pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), em 1971. Em 2004, foi nomeado doutor honoris causa pela Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT). Seu primeiro livro publicado foi “Caminhos de Sol e de Lua”, no começo da década de 1960. Foi revisor no jornal O Globo, entre 1973 e 1975. As obras de Dicke configura um regionalismo ligado a Mato Grosso e às filosofias fenomenológicas de Heidegger e Merleau-Ponty.

Thank you for watching

Shirlene Rohr de Souza é capixaba, residente em Mato Grosso desde 2006, quando foi aprovada como docente na UNEMAT, para o Curso de Letras, Campus de Alto Araguaia. Doutora em Estudos Literários, desenvolve pesquisa sobre a estética do realismo grotesco, tema que norteou as análises dos contos e romances de Dicke. Possui em curso uma pesquisa sobre a relação entre a obra literária e a obra pictórica de Dicke.

sábado, 17 de abril de 2021

BANANA VERDE COM CARNE SECA DICAS DE COMO FAZER.

 



MODO DE PREPARO

  1. Frite a cebola e o bacon com o óleo.
  2. Acrescente a bananas em rodelas.
  3. Vá acrescentando a água da carne seca aos pouco, quando estiver grudando no fundo da panela, até cozinhas as bananas.
  4. O ponto da banana é quando estiver macia como um aipim.
  5. Acrescente os pimentões e tomates, quando murcharem acrescente a carne seca.
  6. Na hora de servir salpique a salsinha por cima.
  7. Podem confiar, o sabor é bem especial, a banana fica com o gosto similar ao do aipim.
  8.                                       INGREDIENTES

    • 1 Kg de carne seca dessalgada e cozida
    • Água do cozimento da carne seca
    • 1 pimentão amarelo fatiado
    • 1 pimentão vermelho fatiado
    • 3 tomates fatiados
    • 1 cebola grande picada
    • 300 g de bacon em cubinhos pequenos
    • 12 bananas prata verde
    • 2 colheres (sopa) de óleo
    • Sal e pimenta a gosto
    • Salsinha para decorar




Redeiras da Família Lemes são homenageadas em filme


 

A arte de produzir redes, tradição entre as mulheres da Família Lemes, que vivem em Limpo Grande, em Várzea Grande, será contada em filme e exposição. A beleza e o colorido das redes feitas de forma totalmente artesanal em tear vertical despertou o apreço e a curiosidade da cineasta Tati Mendes. Ela homenageia cinco mulheres que há mais de 50 anos se dedicam a esta arte no projeto “Redeiras - Tecendo cultura com arte e tradição”, contemplado no Edital Conexão Mestres da Cultura – Marília Beatriz de Figueiredo Leite, realizado pela Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel-MT).

A partir de 20 de abril (terça-feira), o público poderá conhecer um pouco da história das homenageadas e da produção das redes, em uma exposição de fotos feitas pela própria Tati Mendes.  A exposição instalada na entrada do Sesc Arsenal, em Cuiabá, seguirá depois para o Limpo Grande. O filme, com data de estreia marcada para 20 de maio, irá trazer em detalhes todo o processo de produção das redes. O filme será exibido no Sesc Arsenal e também em Limpo Grande.

Tati Mendes conheceu a redeira Eva Lemes de França, quando produziu a série “O Pantanal e Outros Bichos”, no qual reuniram diversas artes manuais ainda produzidas na região entre Cuiabá e o Pantanal. Na ocasião, ela encomendou duas redes para compor o cenário das gravações. “Assim conheci Eva e aos poucos fui conhecendo e me apaixonando pela história de sua família”, conta Tati.

A matriarca da família, Francisca Maria de França, conhecida como Dona Chiquinha do Limpo Grande, aprendeu a arte do tear com uma de suas tias. Eva e as irmãs Gonçalina Lemes da Silva, Dulce Lemes Moreira, Lourdes Lemes de França, e Edina Lemes de França, contam que foi por observarem atentamente o trabalho da mãe e na tentativa e erro, é que aprenderam a tecer.

Elas começaram fazendo redinhas para as bonecas e mais tarde fizeram disso um ofício e passaram a contribuir com a renda familiar quando vendiam as redes, assim como a maioria das redeiras do Limpo Grande. A comunidade tem a tecelagem como uma das principais fontes de renda. “Conviver com a beleza dos motivos e a sensibilidade das combinações de cores, num movimento contínuo e repetitivo para ver o resultado parece uma tarefa simples e depois de alguns anos, até corriqueira, mas é no convívio e na partilha de espaços, histórias e gráficos, que estas mulheres se desenham, criam filhos, casam, sustentam suas famílias. Percebe-se que elas falam por meio da arte”, enaltece Tati Mendes.

Thank you for watching

Na comunidade Limpo Grande, as redes são feitas por mulheres há mais de quatro gerações. A produção da rede cuiabana conserva a técnica do tear vertical, herança da cultura indígena. “Manter a tradição é a ordem dessas mulheres, por capricho ou necessidade, não importa. O que importa é o quanto essa resistência representa para a cultura de um povo, o quanto nos ensina de resiliência, o quanto valoriza sua comunidade, o quanto contribui para o fortalecimento do patrimônio cultural imaterial do Estado de Mato Grosso”, ressalta Tati Mendes.

A arte de fabricar redes é atribuída aos índios Guanás (etnia Chané-Guaná), que inicialmente usavam fibras de tucum para sua confecção e segundo historiadores, foram as mulheres dos colonos que passaram a usar o algodão como fibra, desfiando-o e fazendo as linhas com as mãos. Mais tarde, passaram a tingí-los, com tintas naturais e foi certamente pela herança portuguesa que os motivos, desenhos, varandas e franjas foram integrados, criando assim, a arte das magníficas redes que se diferenciam pela urdidura em teares verticais.

Os motivos que são lavrados replicam flores e animais do Pantanal, mas a contagem e a distribuição das cores remetem aos pontos usados na técnica do bordado do ponto de cruz, o que confirma a intersecção portuguesa na arte das redes cuiabanas.

Novelar, urdir, tecer, passar o liço, lavrar, trançar. Essas são algumas das expressões que também encantaram a cineasta, que relata como as redeiras usam esse vocabulário todo próprio, para realizar cada uma das etapas do trabalho. “É uma arte impressionante não apenas pela beleza, mas pela destreza, pela paciência e pela atenção que toma da artesã copiar os gráficos e transpô-los para o tear e uma tradição que precisa ser vista, estimulada e mantida, porque é um trabalho de valor simbólico ímpar”, conclui Tati Mendes.

sexta-feira, 16 de abril de 2021

Inscrições abertas para o Conselho de Cultura de Várzea Grande


 

A Secretaria de Educação, Cultura, Esporte e Lazer (Smecel) publicou Edital de convocação para a eleição de membros do Conselho Municipal de Cultura de Várzea Grande, biênio 2021/2022. A eleição será realizada no dia 30 de abril, de forma virtual, e as inscrições para as vagas destinadas à sociedade civil ocorrerão no período de 12 a 23 de abril, exclusivamente pelo e-mail: cmcculturavg@gmail.com.

O Conselho Municipal de Cultura será composto por 14 membros titulares e seus respectivos suplentes, dentre os quais representantes da Administração Pública Municipal, indicados de acordo com a determinação do Art. 4º, da Lei Municipal nº 4.422/2018, e representantes da Sociedade Civil, em conformidade com o estabelecido na mesma Lei.

Poderão candidatar-se às vagas destinadas a Sociedade Civil representantes indicados pelas próprias entidades, emissários de Associações, Federações e Entidades Culturais, que desenvolvam no município atividades nas modalidades de Artes Plásticas e Visuais, Artesanato, Música, Artes Cênicas, Culturas Populares, Literatura, Biblioteca e Organização Afrodescendente.

Devido às medidas restritivas impostas pela pandemia, os processos de inscrição e eleição para composição do conselho serão online. As secretarias municipais farão as indicações dos representantes do Poder Público Municipal e o Edital nº 01/2021-CMC selecionará as organizações aptas a concorrerem às vagas. As instituições habilitadas irão à eleição, que será online, via plataforma Google Forms.

O secretário Silvio Fidelis explica que o Conselho Municipal de Cultura integra a estrutura básica e setorial da Secretaria de Educação, Cultura, Esporte e Lazer, sendo um órgão colegiado de caráter consultivo, deliberativo, controlador e fiscalizador das Políticas Culturais para o município de Várzea Grande.

Thank you for watching

O Superintendente de Cultura, Joilson Marcos da Silva, destaca que, entre as diversas atribuições do Conselho Municipal de Cultura, está a elaboração junto à Secretaria de Educação, Cultura, Esporte e Lazer das diretrizes e normas referentes à política cultural para o município, além de fiscalizar as atividades culturais promovidas pela prefeitura, formular e propor ações para as políticas públicas voltadas às atividades culturais, elaborar o Plano Anual e auxiliar na definição do calendário de eventos artísticos e culturais.

É atribuição do Conselho também avaliar projetos apresentados por instituições para efeito de celebração de convênio com a administração municipal, apoiar, orientar e assegurar junto ao setor competente do município o incremento de atividades culturais nas diversas modalidades e categorias, inclusive para o idoso e portadores de necessidades especiais, dentre outros.

terça-feira, 13 de abril de 2021

Curso vai ajudar gestores a implementar o Sistema Municipal de Cultura em MT



Aprovado no edital MT Nascentes da secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel-MT), o curso é direcionado a gestores municipais mato-grossenses.

Com duração de cinco semanas, composta por quatro módulos mais uma semana de consultoria, o objetivo da capacitação é orientar os gestores públicos sobre a execução e implementação dos componentes do plano de trabalho do Sistema Municipal de Cultura. Cada município terá direito a duas vagas.

A base de ensino será focada na prática com conteúdos sobre a adesão ao acordo de cooperação federativa, cadastro na plataforma do Sistema Nacional de Cultura (SNC), legislações vigentes, fundos de financiamento à cultura e elaboração do Plano Municipal de Cultura, dentre outros. A capacitação contribuirá para a evolução das políticas de cultura do estado.

Segundo os dados publicados em fevereiro, somente 66 municípios de Mato Grosso efetuaram a adesão ao Sistema Nacional de Cultura. Isso significa que 75 municípios ainda não implementaram políticas culturais sistematizadas e alinhadas aos sistemas estadual e federal de cultura.

De acordo com a coordenadora do curso, Silvia Machado, a capacitação online se configura como uma grande oportunidade de aprendizagem para os gestores neste período de restrição à realização de eventos.

“É um momento que pode ser aproveitado para a implementação o Sistema Municipal de Cultura e assim concretizar o CPF da Cultura (Conselho, Plano e Fundo) em todo o estado. As políticas públicas asseguradas em legislação são fundamentais para a evolução contínua os diversos segmentos culturais do município”, defende Sílvia. 

quarta-feira, 7 de abril de 2021

Dicas de filmes para assistir em família.


 Os filmes são iguais a portais mágicos. Através dos filmes, somos transportados para outra dimensão. Sentimos emoções diversas, desde alegria até mesmo tristeza. Quem nunca ficou devastado após assistir Titanic? Podemos sentir adrenalina, ao torcermos para nossos personagens favoritos atingirem o objetivo e frustração, se não conseguem. Os pequenos também sentem isso assistindo aos seus filmes ou desenhos. Mas, por que não sentir juntos? Selecionamos e separamos filmes para assistir em família que vão proporcionar muitas emoções. Além de claro, ser um momento especial para ficar grudadinho no seu pequeno. 

1. Frozen II (2020)

Continuação do aclamado filme Frozen, de maior bilheteria mundial. Na continuação, Elsa e Anna descobrem uma história do pai, quando ainda era príncipe de Arendelle. Ele conta às meninas a história de uma visita à floresta dos elementos, onde um acontecimento inesperado teria provocado a separação dos habitantes da cidade com os quatro elementos fundamentais: ar, fogo, terra e água. Esta revelação ajuda Elsa a ir atrás da origem de seus poderes. 

2. Live Action: Rei Leão (2019)

Este filme também foi uma adaptação da animação vencedora do Oscar da Disney. Simba é um jovem leão cujo destino é se tornar o rei da selva. Entretanto, uma armadilha elaborada por seu tio Scar faz com que Mufasa, o atual rei, morra ao tentar salvar o filhote. A partir daí, a aventura começa. Preparem seu coração, esse filme é pura emoção.

Diversidade cultural


 

Apesar do processo de globalização, que busca a mundialização do espaço geográfico – tentando, através dos meios de comunicação, criar uma sociedade homogênea – aspectos locais continuam fortemente presentes. A cultura é um desses aspectos: várias comunidades continuam mantendo seus costumes e tradições.

O Brasil, por apresentar uma grande dimensão territorial, possui uma vasta diversidade cultural. Os colonizadores europeus, a população indígena e os escravos africanos foram os primeiros responsáveis pela disseminação cultural no Brasil. Em seguida, os imigrantes italianos, japoneses, alemães, árabes, entre outros, contribuíram para a diversidade cultural do Brasil. Aspectos como a culinária, danças, religião são elementos que integram a cultura de um povo.

O Centro-Oeste brasileiro tem sua cultura representada pelas cavalhadas e procissão do fogaréu, no estado de Goiás; e o cururu em Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. A culinária é de origem indígena e recebe forte influência da culinária mineira e paulista. Os pratos principais são: Maria Isabel, galinhada com pequi, empadão goiano, pamonha, angu, cural, os peixes do Pantanal – como o pintado, pacu e dourado.

Fórum debate desafios e perspectivas da produção cultural em Mato Grosso



 Diante da pandemia de covid-19, repensar e debater o atual cenário da produção e gestão cultural é necessário e importante. Para quem trabalha na área, diversos temas sobre o setor serão discutidos, entre os dias 16 e 18 de abril, no II Fórum Mato-grossense de Produção Cultural: Desafios e Perspectivas (II ProCultura MT). O projeto foi contemplado pelo Edital MT Nascentes, realizado pela Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel-MT).

O evento é totalmente gratuito e será transmitido via Youtube. Tem como objetivo integrar a área com a finalidade de compartilhar experiências e traçar estratégias capazes de potencializar o desenvolvimento de projetos e ações culturais em Mato Grosso.

As inscrições seguem abertas até o dia 12 de abril. Para os inscritos que participarem de pelo menos 70% da programação, haverá a certificação de 20 horas como atividades complementares. 

Proposto por produtores culturais de Cuiabá e contando com a parceria da Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat), o encontro também pretende estabelecer um canal de diálogo entre os profissionais da cultura, para articular a classe em todo o Estado.

“É preciso fomentar as políticas que ajudem a alavancar novas possibilidades, por meio de ações conjuntas e articuladas. O Fórum é um espaço que poderá promover tais articulações”, argumenta o proponente Ronaldo José da Silva.

Thank you for watching

A abertura do evento, no dia 16 de abril, sexta-feira, às 18h, contará com a participação do Coral da UFMT e do secretário de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel-MT), Alberto Machado. Em seguida, a produtora cultural Silvana Cordova media a discussão sobre o tema “Políticas da cultura no estado de Mato Grosso”.

Farão parte do debate o secretário adjunto de Cultura da Secel-MT, Paulo Traven; Eduardo Espindola, representante da Associação Mato-grossense de Produtores Culturais e o deputado estadual Alan Kardec (PDT).

No sábado (17), o assunto é economia criativa. Já no domingo (18), encerrando o evento, o debate “Espaços e perspectivas culturais: compartilhando experiências”, é mediado por Jan Moura, superintendente de Políticas Culturais da Secel-MT e pesquisador da área cultural.  

A programação conta também com apresentações de artistas mato-grossenses como o ator Eduardo Butakka, a cantora Luisa Lamar e a poetisa Luciene Carvalho.

O projeto

O projeto nasce, sobretudo, com o propósito de somar forças entre os trabalhadores da área. Fazem parte do grupo de proponentes os produtores culturais: José B. Franco Junior, Ronaldo José da Silva, Bruna Tomaz, Jailco Antonio de Lima Junior e Agnaldo Rodrigues da Silva.

Contos do Mato Web Festival ocorre em abril


 

O 4º Contos do Mato Web Festival será realizado de 20 a 24 de abril, em ambiente virtual. O projeto é contemplado pelo Edital Circuito Mostras e Festivais, da Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel-MT). O evento reúne profissionais regionais e nacionais, e traz em sua programação lançamento de livros, encontro com autores, palestras, espetáculos narrativos, workshop e oficina, e a tradicional maratona de histórias.

A abertura do evento será no dia 20.04 (terça-feira), às 19h, com o lançamento de livros dos escritores de Mato Grosso, Solange de Oliveira Santos, João Luiz do Couto, Iolanda Garcia, Lucas Budoia, Neide Silva, Paty Wolff, Flávio Henrique e Maria Claro. As obras lançadas poderão ser conferidas no site do evento.

Na sequência, às 20h, Kiusam de Oliveira (SP), realiza a palestra "Literatura que salva". Kiusam é doutora em Educação pela USP e autora do livro “O Mundo no Black Power de Tayó”, que recebeu o Prêmio ProAC Cultura Negra 2012 e foi elencado no ranking dos dez livros mais importantes do mundo em direitos humanos, pela ONU.

Já os encontros com autores, serão realizados nos dias 21, 22 e 23 de abril, sempre às 20h. Os temas serão "A Literatura como espaço de expressão da mulher: suas lutas e conquistas", "Autores multipotenciais: como essas influências interferem na escrita e processo criativo", e "Literatura Indígena: da narrativa oral para os livros".

Oficinas e Workshop

Thank you for watching

Para quem quer aprender ou aperfeiçoar a arte de contar histórias pode se inscrever no “Oficinão do Conto”. São ofertadas 04 oficinas que estarão abordando diversos temas relacionados à narração de histórias, identidade cultural, mediação em leitura, performance, formação de leitores, recursos lúdicos e narração de histórias na educação. As oficinas serão realizadas no dia 24.04 (sábado), das 8h às 12h.

O Workshop “Como contar histórias utilizando recursos sonoros”, será ministrado pela narradora de histórias Alicce Oliveira. O objetivo é promover e apresentar reproduções sonoras, com instrumentos artesanais, alguns de fabricação própria. O workshop será realizado no sábado (24.04), das 18h às 20h.

Para participar do Oficinão do Conto e do Workshop será necessário se inscrever. As inscrições abrem no dia 18 de abril, saiba mais aqui.

Espetáculos Narrativos

Nos dias 21, 22 e 23 de abril, sempre às 10h e 16h, o público poderá assistir a seis apresentações de narração de histórias. O evento é gratuito e será transmitido no Youtube e Facebook do Contos do Mato. As apresentações terão tradução em libras.

Além da narração de histórias, ao final de cada apresentação terá uma micro oficina. Em seguida, será aberto espaço para interação entre os artistas e o público, com um bate-papo.

Maratona

A maratona de histórias “Eu conto daqui”, será no sábado (24.04), às 16h. Serão narrados seis contos, de 10 minutos cada um. As apresentações terão tradução em libras.

Confira a programação completa aqui.

Serviço

4º Contos do Mato Web Festival

Data: de 20 a 24 de abril de 2021

Local: Youtube e Facebook Contos do Mato

Inscrições para o Oficinão do Conto e Workshop:  no dia 18 de abril (domingo), no site do evento https://contosdomato.com.br/workshop-e-oficina/.

sexta-feira, 2 de abril de 2021

A espiritualidade da Sexta-feira Santa




Neste dia, Sexta-feira Santa, que os antigos chamavam de “Sexta-feira Maior”, quando celebramos a Paixão e Morte de Jesus, o silêncio, o jejum e a oração devem marcar este momento. Ao contrário do que muitos pensam, a Paixão não deve ser vivida em clima de luto, mas de profundo respeito e meditação diante da morte do Senhor, que, ao morrer, foi vitorioso e trouxe a salvação para todos, ressurgindo para a vida eterna.

É preciso manter um “silêncio interior” aliado ao jejum e à abstinência de carne. Deve ser um dia de meditação, de contemplação do amor de Deus, que nos “deu o Seu Filho único para que quem n’Ele crer não pereça, mas tenha a vida eterna” (Jo 3,16). É um dia em que as diversões devem ser suspensas, os prazeres, mesmo que legítimos, devem ser evitados.

Uma prática de piedade valiosa é meditar a dolorosa Paixão do Senhor, se possível, diante do Sacrário, na Igreja, usando a narração que os quatro evangelistas fizeram. 

O ponto alto da Sexta-feira Santa é a celebração das 15 horas, horário em que Jesus foi morto. É a principal cerimônia do dia: a Paixão do Senhor. Ela consta de três partes: liturgia da Palavra, adoração da cruz e comunhão eucarística. Nas leituras, meditamos a Paixão do Senhor, narrada pelo evangelista São João (cap. 18), mas também, prevista pelos profetas que anunciaram os sofrimentos do Servo de Javé. Isaías (52,13-53) coloca, diante de nossos olhos, “o Homem das dores”, “desprezado como o último dos mortais”, “ferido por causa dos nossos pecados, esmagado por causa de nossos crimes”. Deus morreu por nós em forma humana.

Neste dia, podemos também meditar, com profundidade, as “sete palavras de Cristo na Cruz” antes de Sua morte. É como um testamento d’Ele:

“Pai, perdoa-lhes, pois não sabem o que fazem”;
“Em verdade te digo: hoje estarás comigo no Paraíso”;
“Mulher, eis aí o Teu filho (…) Eis aí a Tua Mãe”;
“Tenho Sede!”;
“Eli, Eli, lema sabachtani? – Meu Deus, Meu Deus, por que Me abandonastes?”;
“Tudo está consumado!”;
“Pai, em tuas mãos entrego o meu Espírito!”.

quinta-feira, 1 de abril de 2021

Músico de MT apresenta concerto online durante seis dias



 O regente e pianista de Cuiabá, Pedro Henrique Calhao, fará um evento online entre os dias 5 e 10 de abril, sempre às 20h30, apresentando concertos junto com os músicos Facundo Estefanelli no contrabaixo acústico, Israel Fogaça Jr. no violino, e Martín Lima no bandoneon.

De acordo com o músico, a trilha sonora será 'Tangueiros in Concert', que vai desde os tangos mais conhecidos, interpretando obras de Carlos Gardel até a grande revolução liderada por Astor Piazzolla.

O evento vai ser transmitido ao vivo pelas redes sociais de Pedro.

As apresentações também devem incluir clássicos de salão até milongas e romanza. “Mesclando intensidade a elementos sonoros tipicamente latinos, o ritmo envolve os ouvintes e reúne apaixonados pelos quatro cantos do mundo”, diz.

Em 2021, ano que integra as comemorações do centenário de nascimento de Astor Piazzolla, os shows também são uma homenagem a este artista, destacando as composições com inovações do jazz.

Thank you for watching

O projeto é realizado com o apoio da Lei Federal Aldir Blanc.

Banda de lambadão lança primeiro videoclipe


 

Com 15 anos de história, a tradicional banda de lambadão de Barão de Melgaço, Renovação Banda Show, gravou o seu primeiro videoclipe. O projeto foi contemplado no Edital MT Nascentes, realizado pela Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel-MT). O vídeo é uma homenagem a cidade e foi lançado no dia 13 de março, no Youtube e redes sociais da banda.

A pacata cidade que nasceu às margens do Rio Cuiabá e que acolheu a banda, completou 67 anos de emancipação política no dia 13 de março. “Por meio desse projeto, queremos imortalizar e divulgar para o ‘mundo’ a nossa Barão Melgaço e fazer com que essa bela canção se torne o Hino da Cidade”, ressalta o proponente do projeto José Manoel de Siqueira.

Barão de Melgaço (a 140 km de Cuiabá) preserva em seu centro histórico, casas de arquitetura colonial do século XIX e as famosas trincheiras erguidas com pedras no Morro Chacororé, durante a Guerra do Paraguai. Além da história, é rica em belezas naturais. Cerca de 98% de seu território é Pantanal, com destaque para as baías de Siá Mariana e Chacororé.

A banda nasceu em 2006 e fez parte dos principais festejos do município. “A Renovação Banda Show nasceu nesta cidade que amamos. Barão acolheu nossas músicas, nos viu nascer e crescer. Um público que conquistamos nas festas de santo tradicionais em nossa cidade, e assim fomos reconhecidos”, destaca Siqueira.

Thank you for watching

O videoclipe com título “Barão Terra Querida” foi gravado nos dias 20 e 21 de janeiro deste ano e contou com a participação dos músicos e bailarinos da banda.