terça-feira, 30 de agosto de 2022

Casa de Artes recebe visita de escolas de Várzea Grande

A Casa de Artes de Várzea Grande, mantida pela Secretaria Municipal de Educação, Cultura, Esporte e Lazer, recebeu mais de 60 alunos da escola Raio de Luz em mais uma edição do projeto "Conhecendo a Casa de Artes". A visita aconteceu na última sexta-feira (19), em dois turnos, quando as crianças puderam conhecer um pouco da história e da cultura da Cidade. Para o Secretário Municipal de Educação, Cultura, Esporte e Lazer, Silvio Fidelis, o projeto é uma oportunidade para que a sociedade se aproxime do trabalho da gestão no que tange a cultura e a arte. "É muito importante que mais pessoas visitem a Casa de Artes, conheçam nossos grupos folclóricos, nossa produção artística e tudo mais que a Superintendência de Cultura apoia em suas ações" afirmou. O projeto já está em seu segundo mês de execução. De acordo com o Superintendente de Cultura, Joilson Marcos da Silva, trata-se de uma forma das pessoas terem contato tanto com a rica história de Várzea Grande, quanto com sua produção artística. "Aqui as crianças aprenderam um pouco sobre nossa cidade, sobre nossas igrejas, nossas ruas, nossa arte e a importância de se valorizar esses 155 anos de história", disse. De acordo com a coordenadorâo do projeto,
Ana Clésia E Dalila Felfili, o principal objetivo da ação é aproximar a comunidade da Casa de Artes. "Muitas pessoas conhecem a casa de artes por fora, mas não sabem exatamente como funciona, como é, então nosso projeto traz a comunidade para dentro desse espaço, para de fato conhecer ela", concluiu.

quinta-feira, 18 de agosto de 2022

O Projeto Viajando Pela Leitura irá atender mais de 10.600 crianças matriculadas na Educação Infantil de Várzea Grande

A Secretaria de Educação, Cultura, Esporte e Lazer (Smecel) lançou na manhã desta quarta-feira, 10, o Projeto Viajando Pela Leitura que irá atender mais de 10.600 crianças matriculadas na Educação Infantil de Várzea Grande. O lançamento do projeto ocorreu na CMEI Isabel Pinto de Campos, no bairro 7 de maio. Durante o evento, foram montadas exposições com todas as obras literárias que estão sendo disponibilizadas para os alunos, apresentações artísticas e atividades referentes ao tema com o objetivo de estimular a leitura entre pais e filhos, denominada Literacia Familiar. De acordo com a superintendente Pedagógica da Smecel, Luz Marina Coelho, cada aluno está recebendo uma sacola com 12 obras literárias de acordo com seu grupo etário. “Estamos atendendo com as sacolas literárias todos os alunos de 2 a 5 anos matriculados na rede municipal, porque entendemos que além de contribuir para o processo da leitura, da escrita e construção da linguagem, o ato de ler auxilia a criança a compreender o mundo que a cerca, colocando-a em contato com novas ideias e conhecimentos”, explicou. Luz Marina lembrou também que a Smecel já desenvolve outros projetos literários com alunos da rede municipal como “A Colcha Literária” e a “Maleta Viajante”. “Sabemos que as crianças se encantam com as histórias literárias, e que o êxito na leitura e escrita é fortemente vinculado aos momentos que antecedem o ensino formal, esses momentos acontecem nos ambientes familiares”, reforçou. Segundo a diretora do CMEI Isabel Pinto de Campos, Telma Gonçalina Curvo Almeida, a iniciativa do projeto vem para auxiliar os processos de aprendizagem dos alunos desde o início na escola. “O incentivo à leitura deve ocorrer em todos os ambientes que a criança frequenta, seja na escola, em casa, no parque ou em um shopping. Vale lembrar que a leitura não se dá apenas por meio de livros, sendo assim, familiares e professores podem - e devem - estimular o hábito de ler através de diferentes fontes, como placas, sinais, histórias em quadrinhos, memes, vídeos e revistas”, disse. A coordenadora Pedagógica da Smecel, Marli de Jesus Arruda destacou que a própria Base Nacional Comum Curricular (BNCC), explica sobre a importância da leitura na educação e na formação do indivíduo pois “as experiências com a literatura infantil, propostas pelo educador, mediador entre os textos e as crianças, contribuem para o desenvolvimento do gosto pela leitura, do estímulo à imaginação e da ampliação do conhecimento de mundo.” A educadora acredita que um dos principais fatores que desestimulam as crianças a ler, é a imposição e a obrigatoriedade. Torne o hábito da leitura um momento agradável, através de histórias que estejam adequadas à idade da criança e que sejam relacionadas aos seus interesses. Assim, o profissional que atua junto às crianças deve incentivar a leitura como uma maneira de criar laços e afeto. “Os livros, quando lidos em conjunto, possuem a capacidade de promover o afeto entre orador e ouvinte, criando laços essenciais para um desenvolvimento socioemocional saudável”. Para o secretário Silvio Fidélis, o Projeto Viajando Pela Leitura é mais um incentivo ao fomento da qualidade da educação em Várzea Grande. Segundo ele, “a leitura possui papel fundamental na educação infantil, sendo ferramenta indispensável para o aprimoramento de habilidades linguísticas e comunicativas, e também para o desenvolvimento da inteligência emocional. A longo prazo, essas habilidades podem contribuir para um maior sucesso acadêmico, profissional e pessoal da criança. Vale lembrar, porém, que não basta apenas disponibilizar uma série de livros para a criança ler, o hábito da leitura deve ser acompanhado e incentivado tanto pela escola, quanto pela família”, afirmou.

Prefeitura apoia Batalha da Acessibilidade para conscientizar população sobre inclusão de PCDs

Com o objetivo de aumentar a visibilidade da pauta de acessibilidade para pessoas com deficiência (PCD), o projeto Não sou Diferente, eu Faço a Diferença, com apoio da prefeitura de Várzea Grande, realizou no último final de semana a primeira Batalha da Acessibilidade. O evento aconteceu na Praça do Santa Isabel e contou com uma batalha kids e show de rap. De acordo com o coordenador do projeto, Adilson Valério Neves da Silva, a ação visa dar voz para as pessoas com deficiência através da dança, levando informações para a conscientização da população. "Representamos a cultura hip hop através da dança. Tenho um aluno com síndrome de down que vem se destacando e se tornando uma inspiração para outras pessoas com deficiência", destacou. A batalha acontece em dois rounds, nos quais os competidores devem apresentar considerando os valores de Musicalidade, Criatividade, Fundamentos e Originalidade. O evento teve 10 competidores, incluindo pessoas com síndrome de down, mobilidade reduzida e cadeirantes. "A sociedade tem um papel muito importante de acolhimento, tanto com o PCD quanto sua família. Alguns pais e mães não conseguem sair com seus filhos deficientes, pois não têm eventos voltados para eles, ou com acesso para eles. Mesmo ir ao mercado pode ser um desafio. O ideal é que toda pessoa com deficiência possa ter um convívio social, disse Joilson Marcos Superintendente de Cultura. A dança de break é um estilo de dança de rua, parte da cultura do hip-hop desde os anos de 1970, e que irá estrear como modalidade olímpica na Paris 2024.

Redeiras expõem o artesanato de Várzea Grande na mostra "Casa do Brasil Central, do Cerrado ao Pantanal"

A Associação das Redeiras de Limpo Grande – Tece Arte - está participando da “Casa do Brasil Central, do Cerrado ao Pantanal, que teve início no dia 12 e reúne trabalhos de 150 artesãos do Centro-Oeste. A mostra acontece no Centro Sebrae de Referência do Artesanato Brasileiro (CRAB), na Praça Tiradentes, no centro do Rio de Janeiro. Com entrada gratuita ao público, a “Casa do Brasil Central, do Cerrado ao Pantanal” é um retrato do artesanato característico das regiões do Cerrado e do Pantanal do país montado em todas as galerias do térreo do CRAB até outubro. Após a visitação, o público poderá adquirir as peças artesanais. De acordo com o superintendente de Cultura da secretaria Municipal de Educação, Cultura, Esporte e Lazer de Várzea Grande (Smecel), Joilson Marcos da Silva, a mostra é uma excelente oportunidade para divulgar a cultura e a tradição do artesanato várzea-grandense para o Brasil e para o mundo. “As redeiras inclusive irão promover, em outubro, uma oficina para o público interessado no modo de fazer a tecelagem de Várzea Grande no CRAB/RJ”, informou. Segundo Joilson, a ação integra um dos eixos estratégicos do Projeto Promoarte, selecionado pelo edital MT Afluentes da Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer - Secel-MT, e executado pela Prefeitura Municipal de Várzea Grande, por meio da Superintendência de Cultura. Promovida pelas Unidades da Federação do Sebrae em Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Distrito Federal, a mostra tem curadoria de Renato Imbroisi. A ideia, segundo Imbroisi, é “levar o visitante a percorrer uma ‘casa’ que revele, pelos seus cômodos, tesouros naturais, objetos artesanais e a comida típica da região conhecida como ‘Coração do Brasil’ ou ‘Berço das Águas’ – pois, ali, brotam centenas de nascentes, gerando rios que percorrem muitos quilômetros, por vários estados, em direção ao Atlântico”. Pelos cômodos da casa de 440m², o visitante poderá apreciar variados tipos de técnicas de artesanato. No quarto de dormir, uma cama cenográfica projetará imagens de tecidos, bordados e crochês, assim como mapas da região e pássaros, em vídeos de cinco minutos. Já na cozinha, haverá painéis de frutos do Cerrado, cestos, panelas e tábuas de madeira. “Estamos oferecendo ao público uma das maiores e mais diversificadas mostras de artesanato brasileiro já expostas no CRAB. Queremos, com isso, não só contribuir para essa arte popular e para a cultura do país, como também gerar renda para o artesão do Centro-Oeste, região que ocupa 19% do território nacional”, explicou Sergio Malta, diretor de Desenvolvimento do Sebrae Rio. Além das redeiras de Várzea Grande, vários artesãos de Mato Grosso participam da exposição com peças em tecelagem, entalhe e pintura em madeira, cerâmica tradicional e esmaltada. “Trata-se de uma iniciativa inédita da região Centro-Oeste, onde mostraremos a riqueza natural e cultural do povo da região Central do Brasil. Destaque para a mostra dos artesãos que usam de forma criativa as matérias-primas dos ricos biomas da região, revelando a história, as tradições culturais e a arte popular. Além dos atrativos dos destinos turísticos, da gastronomia e da economia criativa”, apontou Eliane Chaves, diretora técnica do Sebrae Mato Grosso. Para o prefeito de Várzea Grande, Kalil Baracat, incentivar e valorizar as redeiras é fomentar a identidade do povo várzea-grandense, tornando-a conhecida por outros povos do Brasil e do mundo. “Eu tenho orgulho de ter nascido e sido criado em Várzea Grande. Amo minha terra. Amo minha cultura. E fico muito feliz quando vejo nossas redeiras atravessando fronteiras, levando um pouco daquilo que temos de melhor em nossa cidade, que é a força da fibra da nossa gente entrelaçada nas redes de Limpo Grande”, concluiu.