sexta-feira, 31 de dezembro de 2021

Educação recebe mais uma escola municipal atendida pelo Projeto Integrador do Univag

A Escola Municipal de Educação Básica Antônio Lino de Campos, do bairro Carrapicho, foi a segunda escola deste ano a receber as ações do Projeto Integrador VI, Arquitetura de Interiores. A entrega das melhorias nas salas de aula que ocorreu na sexta-feira, 17, faz parte da parceria entre Prefeitura Municipal e UNIVAG. De acordo com o professor César Santos, no Projeto Integrador os alunos do curso de Arquitetura visitam a escola para desenvolver um trabalho denominado Programa de necessidades, onde a partir de um diagnóstico, identificam as demandas e os aspectos peculiares de cada unidade escolar. “Nesta escola, por ser considerada de campo e as margens do rio, todos os temas desenvolvidos foram voltados à natureza, meio ambiente e animais da região” explicou. A partir desse estudo, os alunos desenvolvem os temas na pintura, no mobiliário e no planejamento visual possibilitando a interação entre alunos e professores. A Secretaria de Educação, Cultura, Esporte e Lazer é responsável pela viabilização dos materiais e insumos necessários para a realização do projeto nas escolas. A diretora da escola, Erli Gonçalves de Campos disse que o resultado das ações do Projeto Integrador superou as expectativas, principalmente pela temática adotada pelos acadêmicos do Univag. “Estamos muito felizes com o novo visual das salas de aula, acredito que essas mudanças irão impactar de maneira muito positiva na aprendizagem dos nossos alunos” declarou. O vice-reitor do Univag, Flávio Henrique Foguel lembrou que o Projeto Integrador concorreu ao Prêmio Nacional de Educação Empreendedora do Sebrae, competindo com mais de 1.200 universidades de todo o país, conquistando o primeiro lugar. “Através desta parceria entre Secretaria de Educação e Univag já foram 9 escolas atendidas pelo Projeto Integrador, onde nossos alunos têm a oportunidade de colocar todo conhecimento adquirido na prática em uma situação real de aprendizado” afirmou. Para o secretário Silvio Fidélis, os avanços conquistados pela Educação de Várzea Grande é o resultado do trabalho coletivo que envolve todos os profissionais de todos os setores da Secretaria e também pela autonomia concedida pelo prefeito Kalil Baracat que acompanha os diversos projetos desenvolvidos pela Educação. “Essa parceria entre a Educação e o Univag tem trazido ótimos resultados para a rede municipal e no próximo ano vamos continuar levando mais melhorias para nossas escolas e para nossos alunos” disse. O vice-prefeito José Hazama disse que a parceria entre Prefeitura Municipal e o Centro Universitário UNIVAG deve ser estendida para todas as áreas onde houver essa possibilidade. Hazama destacou o exemplo da parceria na área da Saúde que contribuiu para que o município de Várzea Grande alcançasse o melhor índice de vacinação contra a Covid-18 do estado de Mato Grosso.

quinta-feira, 30 de dezembro de 2021

Virginia Mendes se tornou embaixadora da Comunidade de Limpo Grande

A primeira-dama de Mato Grosso, Virginia Mendes se tornou embaixadora da Comunidade de Limpo Grande e a sua contribuição para o reconhecimento do trabalho realizado pelas redeiras de Várzea Grande é motivo de orgulho e de muita gratidão. Estamos felizes com a entrega de uma rede ao herdeiro do trono britânico, e já sabemos que o príncipe Charles ficou encantado com a peça, que retrata as belezas do nosso pantanal”, comemorou a primeira-dama do município, Promotora de Justiça Kika Dorilêo Baracat. Ela disse que a notícia foi bem recebida pelas artesãs que comemoraram o feito e, a oportunidade de ter o trabalho que é realizado com tanto carinho e dedicação exposto nas varandas de lares de famílias europeias, uma vez que a primeira-dama Virginia Mendes levou várias unidades, que foram ofertadas durante a sua viagem ao exterior. E essa não é a primeira atuação de Virginia Mendes para o fomento do artesanato produzido em Limpo Grande. Recentemente ela levou a estilista Martha Medeiros para conhecer o trabalho das redeiras, para que juntas pudessem construir uma parceria, levando para todo país e também para o exterior, o trabalho realizado pelas redeiras de Várzea Grande. No setor social, Kika Dorilêo destacou a grandeza e carinho que Virginia Mendes vem tendo com o município e de sua contribuição para o fortalecimento de programas que contemplam famílias carentes e em estado de vulnerabilidade social, e que foram afetadas ainda mais neste período de pandemia. “A contribuição do Governo do Estado tem sido essencial neste período de recuperação da economia, onde muitas famílias perderam suas rendas e o poder de compra, e o empenho da primeira dama neste processo tem sido essencial. Eu e o Kalil só temos a agradecer”.

Educação lança livro contando as histórias da História de Várzea Grande

O secretário de Educação, Cultura, Esporte e Lazer, Silvio Fidelis apresentou ao prefeito Kalil Baracat e ao seu vice, José Hazama o livro ‘As Histórias da História de Várzea Grande. A ação ocorreu no gabinete do prefeito, no Paço Municipal, na última sexta-feira, com a participação da secretária adjunta, Maria Alice Barros, do superintendente de Cultura, Joilson Marcos da Silva e dos autores da obra. De acordo com Fidelis, o livro ‘As Histórias da História de Várzea Grande’ é o resultado de dois anos de pesquisas dos professores/historiadores Emerson José de Souza, José Wilson Tavares, Maria Alice Barros Silva, Nailza da Costa Barbosa Gomes, Rosana Fátima de Arruda e Wanda Cecília de Mello, sobre a história do município desde sua ocupação pelos que aqui chegaram navegando o caminho das águas e foram aos poucos ocupando as margens exuberantes do rio Cuiabá até os dias atuais. As histórias da História de Várzea Grande são contadas por meio de documentos, fotos, gravuras, pinturas e informações registradas em acervos particulares de famílias tradicionais, divididos em três capítulos que abordam a história da fundação, a política, economia, segurança pública, transporte e saúde, e por fim, relata sobre a educação, cultura, o esporte, lazer e a religiosidade do povo várzea-grandense. Para os autores, o trabalho de pesquisa foi intenso e desafiador pois, do município de Várzea Grande que em 2021 completou 154 anos, pouco se encontrava em fotos e documentos que registrassem essa história, exceto os documentos que já estavam disponíveis na internet ou em acervos particulares. “Em parte, isso tem uma explicação simples e razoável: até a gestão da prefeita Sarita Baracat, a cidade era considerada “dormitório de Cuiabá”, ou seja, mesmo depois de sua emancipação em 23 de setembro de 1948, economicamente sua história continuou ligada à capital”, explicou o professor e historiador, Emerson de Souza. O trabalho para a realização do livro envolveu, além de entrevistas, visitas ao Museu da Arte e do Som, a Biblioteca Pública Estadual “Estevão de Mendonça”, ao Núcleo de Documentação Histórica e Regional de MT – NDHIR, ao Instituto de Educação da UFMT, ao Arquivo Público de MT, a Cúria Metropolitana de Cuiabá, à Câmara de Vereadores de VG e ainda em vários outros órgãos públicos e particulares. A pesquisa também foi realizada em jornais, revistas, artigos, dissertações, livros e sites da internet, especialmente nas publicações do Portal da Prefeitura de Várzea Grande onde, além das reportagens, a equipe contou com o apoio importante para a reprodução das fotografias, disponibilizada pela Secretaria de Comunicação Social da Prefeitura. Para o secretário Silvio Fidelis, a expectativa é que a partir deste livro, outros historiadores, jornalistas e pesquisadores explorem e analisem a cidade de Várzea Grande em seus vários aspectos históricos, econômicos e culturais. “Queremos somar nossas vozes à aquelas que já contaram e contam a cidade, desde sua fundação, passando pela emancipação, sua vocação para o desenvolvimento e o legado para as futuras gerações”, declarou. O prefeito Kalil Baracat disse que a publicação tem uma importância fundamental pois resgata a história de um povo heróico, tenaz, trabalhador que se orgulha de sua vocação e grandeza. “Quem olha para Várzea Grande centenária, moderna e próspera há de buscar na história os caminhos que a conduziram até o presente, num exercício imaginativo é possível perceber que todos os caminhos passam por Várzea Grande. Os caminhos dos bandeirantes, que percorreram os rios de grande mar de Xaraiés em busca de riquezas. Os caminhos abertos após a conquista, quando a velha estrada que subia o morro vermelho atingia a grande várzea. Os caminhos da aviação moderna que fazem desta cidade o grande portal para aqueles que desejam conhecer Mato Grosso e suas belezas”, pontuou.

Projeto de iniciação musical a jovens de baixa renda é apresentado ao prefeito Kalil Baracat

Utilizar a música como instrumento de transformação social e atender crianças e adolescentes de baixa renda. Esse é o principal objetivo do Instituto Ciranda Música e Cidadania que além de oferecer iniciação musical forma bandas e orquestras nas cidades onde atua. O projeto e o Instituto foram apresentados ao prefeito de Várzea Grande, Kalil Baracat, pelo vereador de Cuiabá, Diego Guimarães. “Em uma ocasião anterior o prefeito conheceu as ações do Instituto Ciranda e me pediu para que fosse apresentado um projeto para ser executado no município. Nós fomos muito bem recebidos pelo gestor que analisará agora a viabilidade técnica e financeira da proposta. Esperamos que dê certo”, disse Diego Guimarães. “Temos aqui no município algumas ações como a Banda Municipal, iniciativas de escolas municipais que não perdem para nenhuma banda ou corais do Brasil afora. Vejo como se suma importância a formação cultural e artística para nossos jovens e o trabalho do Instituto Ciranda é de superação, revelação de talentos. Gostaríamos de ter mais essa experiência aqui em Várzea Grande para beneficiar jovens e crianças carentes”, pontuou o prefeito Kalil Baracat. De acordo com o presidente e maestro do Instituto Ciranda, Murilo Alves, que já foi integrante da Banda Municipal de Várzea Grande, o projeto existe há 18 anos e atua em quatro municípios de Mato Grosso, inclusive Cuiabá. “Promovemos a iniciação musical para crianças de baixa renda e também a formação de bandas e orquestras para os municípios. Além de formação cívica e moral desse público”, informou. No projeto, o Instituto Ciranda Música e Cidadania oferece os instrutores e instrumentos, despesas de aulas que devem ser arcadas pela parceria com a Prefeitura Municipal. O estudo da viabilidade do projeto ficou sob a responsabilidade das secretarias municipais de Governo e de Educação, Cultura, Esportes e Lazer. Se aprovado o projeto as crianças, adolescentes e jovens do Instituto Ciranda irão dispor gratuitamente de condições para que possam se desenvolver com aulas de violino, viola, violoncelo, contrabaixo, flauta transversal, clarineta, oboé, fagote, trompa, trompete, trombone, bombardino, tuba, percussão, coral e musicalização infantil. Além do acesso às aulas práticas, o Ciranda oferece aulas de disciplinas teóricas auxiliares, métodos e partituras, e o instrumento musical. Instituto Ciranda, Música e Cidadania - é uma associação civil sem fins lucrativos, reconhecida como Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (OSCIP) pelo Ministério da Justiça, criada para desenvolver ações nas áreas da educação e cultura, utilizando a música como ferramenta de cidadania. “O Instituto Ciranda atende, atualmente, cerca de 800 crianças, adolescentes e jovens oriundos de diversas classes sociais e de diversas cidades mato-grossenses. O principal requisito para participar é que cada aluno deve estar frequentando a escola regularmente e que tenha disponibilidade de tempo para se dedicar a música”, acrescenta o presidente da instituição.

IPHAN discute reavaliação do modo de fazer da Viola de Cocho com artesãos

Representantes do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) participam de uma rodada de conversas com a Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel/MT), Conselho Municipal de Cultura de Várzea Grande e artesãos que produzem a Viola de Cocho. Na reunião será discutida a reavaliação do modo de fazer da Viola de Cocho de Mato Grosso para a Revalidação do seu título de Patrimônio Cultural do Brasil. O Modo de Fazer Viola de Cocho foi um dos primeiros bens culturais imateriais a serem reconhecidos pelo Iphan a partir do Decreto 3.551 de agosto de 2000, o qual instituiu o Registro de Bens Culturais de Natureza Imaterial. Nesta quarta-feira, (20), a rodada de conversas será realizada durante a Exposição AMF MT Cultura e Tradições, no Shopping Várzea Grande. As discussões serão conduzidas pelo antropólogo Francismario Vito (IPHAN), Maria Bárbara Guimarães, coordenadora de Preservação do Patrimônio Histórico e Museológico da Secel-MT, o superintendente de Cultura de Várzea Grande, Joilson Marcos, o presidente do Conselho Municipal de Cultura de Várzea Grande, Wanderson Magalhães e demais participantes. O Registro do modo de fazer a Viola de Cocho ocorreu em 14 de janeiro de 2005 e consta no Livro dos Saberes. A sua candidatura foi apresentada em 2003 pelo Centro Nacional de Folclore e Cultura Popular (CNFCP), instituição responsável pelo Inventário Nacional de Referências Culturais e proponente do Registro, sendo acompanhado de abaixo-assinados com anuência dos detentores do bem cultural no Estado de Mato Grosso. De acordo com o IPHAN, o Modo de Fazer Viola de Cocho em Mato Grosso apresenta maior incidência em alguns municípios que fazem parte da região da Baixada Cuiabana, como: Diamantino, Nobres, Rosário Oeste, Jangada, Cuiabá, Várzea Grande, Nossa Senhora do Livramento, Santo Antônio do Leverger, Barão de Melgaço e Poconé. Os materiais usados para a confecção da viola de cocho, esculpida em uma peça integral de madeira, incluem o fio de algodão e a tripa de animais, entre outros. A viola de cocho é um instrumento musical singular quanto à forma e sonoridade, produzido exclusivamente de forma artesanal, com a utilização de matérias-primas existentes na região Centro-Oeste do Brasil. Sua produção é realizada por mestres cururueiros, tanto para uso próprio como para atender à demanda do mercado local, constituída por cururueiros e mestres da dança do siriri. Em 2005 o Modo de Fazer a Viola de Cocho foi registrado no Livro dos Saberes.

Exposição Vale dos Dinossauros recebeu mais de 500 mil visitantes no parque Bernardo Berneck

A exposição Vale dos Dinossauros montada em Várzea Grande superou a marca de mais de 500 mil pessoas que visitaram o parque Bernardo Berneck para conhecer as réplicas e saber mais sobre esses animais que viveram na Terra há milhares de anos descobertos pela ciência em todo o mundo. Segundo o secretário Silvio Fidelis, o sucesso de público alcançado pela exposição foi em razão da organização, dedicação dos servidores e do trabalho em parceria das diversas Secretarias municipais envolvidas para a realização do evento. A Secretaria de Educação, Cultura, Esporte e Lazer de Várzea Grande promoveu aulas pedagógicas envolvendo quase 4 mil alunos de 81 escolas municipais, que receberam orientações e detalhes da vida dos maiores mamíferos e répteis que viveram por aqui há mais de 250 milhões de anos. De Cuiabá, 15 escolas municipais também visitaram a exposição. A proposta pedagógica das visitas dos alunos no Vale dos Dinossauros e adotada pela SMECEL “foi de entretenimento com o olhar pedagógico, alinhado com a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) que incentivou os alunos que visitaram a exposição a despertar sua curiosidade, imaginação e a importância da ciência e das pesquisas científicas”, comentou a superintendente pedagógica, Luz Marina Coelho. Durante as visitas, os estudantes receberam conhecimentos sobre os hábitos alimentares, reprodução, meios de locomoção, evolução dos seres vivos e outros conhecimentos que ampliaram a visão do mundo dos dinossauros a partir de conhecimentos da ciência chamada de paleontologia. O superintendente de cultura Joilson Marcos disse que dentre os vários animais, o que chamou bastante atenção foi o dinossauro que viveu em Chapada dos Guimarães o Pycnonemassaurus Nevese e que viveu há 70 milhões de anos, durante a era Mesozóica, no período Cretáceo, na região onde hoje está localizada Jangada Roncador, no município de Chapada dos Guimarães. O animal era carnívoro e tinha 15 metros de comprimento, cerca de 4 a 6 metros de altura e um peso estimado entre 15 a 18 toneladas. Conhecido também como dinossauro de mata fechada, tinha dentes muito afiados. Em cada uma das 11 réplicas instaladas na exposição é mencionado o nome da espécie, data em que foram encontrados os vestígios e a era em que existiram na Terra. “Entre os organismos que existiram no passado e que temos registro de sua ocorrência, com certeza, os dinossauros são aqueles que mais impressionam crianças, jovens e adultos”, explicou a pedagoga de educação infantil do programa Escola em Tempo Ampliado, Taiane Barros Ferreira Leite. Parte desse interesse é devido ao tamanho de algumas espécies desses animais, assim como a ferocidade de alguns deles.

O evento tem o intuito de valorizar a cultura e a beleza negra e faz parte das atividades curriculares nas unidades escolares.

Esta semana, quando é comemorado o Dia da Consciência Negra, 20/11 (sábado) a rede Municipal de Ensino de Várzea Grande, através da Secretaria Municipal de Educação, Cultura, Esportes e Lazer de Várzea Grande (SMECEL) está realizando a Semana da Diversidade com várias atividades em boa parte das escolas. No Dia 19/11, sexta-feira, a partir das 14 horas, na Escola EMEB Abdala José de Almeida, no bairro São Mateus acontece o evento “A Cor da Cultura” Em torno de 15 casais de alunos com idade entre 10 a 12 anos estarão participando de um desfile das Belezas Negras da escola. As meninas estão sendo produzidas desde hoje, quinta-feira, com penteados afros para participarem do desfile. Ainda fazem parte da programação do evento: danças, música e a peça de teatro “Feijoada”, tudo produzido pelos alunos da escola EMEB Abdala José de Almeida. A coordenadora da escola, professora Aparecida Benetolli, explica que o evento tem o intuito de valorizar a cultura e a beleza negra e faz parte das atividades curriculares do mês de novembro, com base na lei 10.639/03 alterada pela Lei 11.645/08, que torna obrigatório o ensino da história e cultura afro-brasileira e africana em todas as escolas, públicas e particulares, do ensino fundamental até o ensino médio. O secretário municipal de Educação, Silvio Fidelis estará presente no evento.

Artesãos de Várzea Grande participam da 21ª Fenearte em Olinda (PE)

Artesãos de Várzea Grande estarão participando da 21ª edição da Feira Nacional de Negócios do Artesanato (Fenearte) que acontece entre 10 e 19 de dezembro, no Centro de Convenções, em Olinda (PE). Seguem para a Fenearte, Wanderson Magalhães Farias, presidente do Conselho Municipal de Cultura de Várzea Grande; João Marcos de Campos da Superintendência de Cultura da Secretaria Municipal de Educação, Cultura, Esporte e Lazer de Várzea Grande (SMECEL), o mestre-artesão Alexandre Paes de Oliveira, a vice-presidente da Associação das Manifestações Folclóricas de Mato Grosso, Jilaine Maria da Silva Brito e a presidente da Associação das Redeiras de Limpo Grande, Nei Roberto dos Santos. Todos os artesãos são profissionais cadastrados no Programa do Artesanato Brasileiro e estarão expondo no estande do Governo Federal. O transporte das peças e a viagem estão sendo custeadas pela Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico e pela Prefeitura Municipal de Várzea Grande. A expectativa dos organizadores é de que a feira reúna cerca de 200 mil pessoas e aproximadamente 5 mil expositores. A movimentação financeira prevista é de R$ 40 milhões. Para o prefeito Kalil Baracat, que deve acompanhar os artesãos na abertura oficial da Fenearte, o objetivo é valorizar a cultura várzea-grandense, apresentando trabalhos de artesões locais e estimular a economia solidária e os microempreendedores individuais (MEI). “Queremos levar até Olinda um pouco da cultura várzea-grandense e com isso oportunizar a troca de experiência entre os artesãos, movimentando a economia solidária. Estamos voltando aos poucos à normalidade, sendo possível dar oportunidades àqueles que vivem do artesanato. Esse é o local onde os expositores conquistam novos clientes e garantem sua rede. Tenho certeza que em breve muitos de nossos artesãos estarão fazendo negócios nacionais e até internacionais, será um sucesso”, afirmou Kalil Baracat. Entre os atrativos da feira, também estão 138 turmas em oficinas gratuitas com os seguintes temas: Artesanato em palha; Brinquedo tradicional; Estandarte; Instrumento musical; Mamulengo; Máscara e adereços; Modelagem em cerâmica; Reciclado; Renda Renascença; Xilogravura; Linhas (pinguim). Para visitar a Fenearte, todas as pessoas deverão estar completamente vacinadas contra a Covid-19, com duas doses ou imunizante aplicado em dose única. Na feira, haverá ponto de testagem rápida para a doença, máquina sanitizante, totens de álcool em gel e distribuição de máscaras de proteção. No evento, o público poderá conferir: - Fenearte Sustentável - Espaço Interferência Janete Costa - Espaço Sebrae de Artesanato - Alameda dos Mestres - Salão de Arte Popular Ana Holanda - Salão de Arte Popular Religiosa de Pernambuco - Galeria de Reciclados - Espaço Infantil - Oficinas de Artesanato - Desfiles de Moda - Rodadas de Negócios - Praça de Alimentação - Apresentações Culturais - Food bike

Banda de Várzea Grande conquista primeiro lugar em 08 categorias em campeonato de Santa Catarina

A banda de fanfarra da Associação Social Civil Abaiuc – ASCA, de Várzea Grande, se destacou na 4ª Copa Vanguarda Catarinense de Bandas e Fanfarras, conquistando o primeiro lugar em oito diferentes categorias. O evento ocorreu no último sábado, dia 4, no município de Barra Velha, litoral de Santa Catarina. De acordo com a diretora Jane Márcia de Arruda Pires da “EMEB Senhora Dirce Leite de Campos”, a banda da ASCA é composta em quase sua totalidade por alunos e ex-alunos da rede municipal que, em sua grande maioria, oriundos dos projetos desenvolvidos nas escolas como o Programa Escola em Tempo Ampliado – ETA, desenvolvido atualmente em 28 escolas municipais de Várzea Grande. Representando Várzea Grande e o Estado de Mato Grosso, a Banda de Fanfarra da ASCA contou com o apoio da Prefeitura Municipal através da Secretaria de Educação, Cultura, Esporte e Lazer. A conquista do primeiro lugar na competição foi nas categorias: Corpo Coreográfico Destaque; Corpo Coreográfico Banda de Percussão Marcial Infanto Juvenil; Corpo Coreográfico Lira 25 teclas Infanto Juvenil; Pelotão Bandeiras de Banda de Percussão Marcial Infanto Juvenil; Pelotão Bandeiras Lira 25 Teclas Infanto Juvenil; Liras 25 Teclas Infanto Juvenil; 1º Lugar de Bandeiras Destaque; Banda de Percussão Marcial Infanto Juvenil e Melhor Coreógrafo. A Copa de Bandas e Fanfarras foi realizada pela Prefeitura de Barra Velha por meio da Fundação de Turismo Esporte e Cultura, juntamente com a Secretaria de Educação e contou com a participação de várias corporações de bandas e fanfarras representando vários estados do Brasil como Mato Grosso, Paraná e outros municípios de Santa Catarina. As apresentações ocorreram no centro de Barra Velha na Praça Lauro Loyola, para a população do município que esteve em peso prestigiando o evento.

Modo de fazer Viola de Cocho é revalidado como Patrimônio Cultural do Brasil

O Modo de Fazer Viola de Cocho teve revalidado seu título de Patrimônio Cultural do Brasil. A decisão foi aprovada, por unanimidade, durante a 99ª Reunião do Conselho Consultivo do Patrimônio Cultural. Motivo de orgulho para Várzea Grande, onde a arte de fazer a viola de cocho permanece viva nas mãos do artesão Alexandre Paes, que passa todo o seu conhecimento às comunidades por meio de oficinas e cursos. O quintal de sua casa, no bairro Vila Arthur, um dos pontos de cultura mais importantes do município, é uma extensão da Associação das Manifestações Folclóricas de Mato Grosso (AMFMT), que recebe apoio financeiro da Secretaria Municipal de Educação, Cultura, Esporte e Lazer (Smecel), por meio da Superintendência de Cultura, para manutenção das atividades com crianças e adolescentes de escolas municipais. De acordo com nota publicada pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) os bens culturais registrados devem passar, pelo menos a cada dez anos, por processos de revalidação dos títulos de Patrimônio Cultural. “O objetivo é atualizar informações sobre o bem cultural, avaliar a efetividade das ações de apoio e fomento, e conhecer mudanças nos sentidos e significados atribuídos ao bem, entre outras questões que contribuem para a continuidade da salvaguarda desses patrimônios", diz a publicação. O conselho consultivo é composto por representantes de instituições públicas e privadas, por representantes da sociedade civil e presidido pelo Iphan. Ele examina, aprecia e decide sobre questões relacionadas à tombamentos e registros de bens culturais de natureza imaterial. Segundo o instituto, no último mês foram realizadas reuniões junto a pesquisadores e comunidades detentoras dos dois bens para formatação de um parecer técnico de revalidação. Esse documento foi colocado em consulta pública e, encerrado o prazo, o parecer e as manifestações da população foram apreciados pela Câmara Setorial do Patrimônio Imaterial, que recomendou pela revalidação dos títulos. O último passo foi a votação pelas revalidações no Conselho Consultivo do Patrimônio Cultural. Viola de Cocho - O Modo de Fazer Viola de Cocho, tradicional nos estados de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, é registrado como Patrimônio Cultural do Brasil desde dezembro de 2004. O bem cultural envolve a produção artesanal do instrumento musical, que é esculpido em uma tora de madeira inteiriça e resultado dos saberes que orientam o manejo das matérias-primas típicas da região Centro-Oeste como o sarã-de-leite, a ximbuva e o cedro. As comunidades detentoras desses conhecimentos são compostas pelos mestres artesãos que produzem a viola - um elemento fundamental nas rodas de cururu e siriri da região pantaneira.

Centro Cultural vai promover artistas, artesãos e fomentar o turismo de Várzea Grande

A inauguração do "Centro Cultural da Orla Alameda Jornalista Paulo Maria Ferreira Leite", realizada na manhã desta quarta-feira, 22, é um marco para a classe artística e para o setor do turismo no município de Várzea Grande. O Centro Cultural vem para impulsionar e promover ações de fomento dos segmentos culturais e de turismo na cidade. Para o vice-prefeito de Várzea Grande, José Hazama, que realizou a entrega, a gestão do prefeito Kalil Baracat tem investido em todos os setores, inclusive no turismo e na cultura várzea-grandense. “Com a entrega de mais essa obra, mais esse compromisso de campanha e de continuidade de gestão, o prefeito Kalil Baracat, mostra que sua administração trabalha para atrair turistas e empresários, assim como para a divulgação das belezas que temos, nossa riqueza cultural. E, também de fomentar o turismo interno, uma vez que nossa cidade é a porta de entrada para o Estado de Mato Grosso, nada mais justo que tenhamos espaços apropriados como este, para o turista conhecer Várzea Grande e um pouco de Mato Grosso assim que ele chega”, pontuou. A obra do Centro Cultural foi resultado dos trabalhos de contenção da Alameda que passou por um processo de urbanização de todo o perímetro das vias que contornam as margens do Rio Cuiabá do lado várzea-grandense. Com aproximadamente 600 m² de área construída, o Centro Cultural conta com auditório com capacidade para 200 pessoas, sala de exposição, sala de bilheteria, banheiros e sala de apoio e administrativo, além de área externa para eventos e um restaurante. De acordo com o superintendente de Cultura, Joilson Marcos da Silva, o Centro Cultural é um espaço multiuso para os artistas de Várzea Grande, de Cuiabá e de Mato Grosso. “O espaço vai ficar à disposição dos artistas e artesãos para a realização de exposições, apresentações de dança, reuniões, palestras, encontros temáticos e movimentos folclóricos. Queremos já no próximo ano ter uma programação permanente de trabalhos artesanais e muitas outras ações ligadas aos movimentos culturais do município” anunciou. O superintendente informou ainda que um calendário de ações para 2022 está sendo finalizado com o objetivo de levar para o Centro Cultural os mais variados tipos de manifestações artísticas e culturais. “Nosso propósito é movimentar o Centro Cultural com eventos que irão fomentar a cultura várzea-grandense e estadual durante todos os dias do ano. Nossa meta é tornar o Centro uma referência da Cultura e do Turismo no município” declarou. Para o secretário de Educação, Cultura, Esportes e Lazer, Silvio Fidelis, o Centro Cultural é um espaço importante e vai contribuir muito para o fortalecimento dos movimentos culturais em Várzea Grande. “Teremos muitas atividades neste espaço cultural e quem ganha são os artistas, os artesãos, os produtores culturais, os turistas e a população em geral que a partir do próximo ano terá mais uma opção de cultura e de lazer em nossa cidade” destacou. Além de contar com uma exposição permanente de trabalhos artistas locais como Ozires de Paulo, Daiane Trindade, Noemir Crepin, o artista plástico e escultor Tchéllo Santos, as redes do Limpo Grande, violas de cocho do mestre Alexandre Paes, dança do siriri e cururu da AMFMT e apresentações do Instituto Semente Brasil, o Centro vai comercializar peças do artesanato local.