quinta-feira, 21 de julho de 2022

Redeiras participam da maior feira de artesanato da América Latina e recebem convite para participarem de exposição no RJ

Repetindo o sucesso de 2021, a Associação das Redeiras de Limpo Grande (Tece Arte) retornou da Feira Nacional de Negócios do Artesanato (Fenearte), nesta semana, com novos convites, clientes e admiradores da cultura tradicional de Várzea Grande. O grupo, que tem apoio da Prefeitura de Várzea Grande, por meio da Secretaria Municipal de Educação, Cultura, Esporte e Lazer (Smecel), representou a cidade pela segunda vez no evento, que reuniu mais de 300 mil pessoas entre os dias 6 e 17 de julho. "É até difícil descrever a emoção. Clientes do ano passado voltaram para nos visitar, outros que ainda não nos conheciam pessoalmente foram até lá para se apresentar e agradecer pelos produtos; trocamos cartões de visita com curadores e artesãos de diferentes locais. Foi uma experiência incrível e que expandiu ainda mais o alcance de nossa cultura", explicou a presidente da Tece Arte, Jilaine Maria da Silva. A tecelagem de Limpo Grande é um patrimônio imaterial de Várzea Grande, protegido por lei, e cuja beleza e qualidade são evidentes para qualquer um que tenha a oportunidade de ver uma das redes de perto. "Muitos dos visitantes perguntavam se nosso processo envolvia algum tipo de máquina e ficavam encantados quando explicamos que não, que era totalmente manual, e quando contávamos a história da nossa comunidade", contou Jilaine. De acordo com o prefeito de Várzea Grande, Kalil Baracat, as redes várzea-grandenses são um ícone da identidade do povo e, por isso, merecem ser conhecidas e reconhecidas por pessoas do mundo inteiro. “Para nós é uma satisfação enorme poder apoiar iniciativas como esta, que conseguem levar para outras regiões aquilo que nós já produzimos", afirmou o prefeito. "Faz parte de nossa missão como Secretaria garantir que os patrimônios imateriais da cidade, como a produção dessas redes, mas também da viola de cocho e outras manifestações culturais do nosso povo, sejam protegidas e transmitidas para gerações futuras, de forma que continuem vivas e presentes em nossa identidade", completou o secretário Silvio Fidelis. Além dos clientes, o evento também serviu para conseguir novas oportunidades para o grupo, como é o caso do convite para expor na "Casa do Brasil Central: do Cerrado ao Pantanal", que acontece no Rio de Janeiro entre agosto e outubro deste ano, com apoio do Sebrae e curadoria de Renato Imbroisi. "Isso é algo que vai divulgar e abrir ainda mais portas para o nosso trabalho e para a cultura da nossa cidade", completou. "A Prefeitura e a Smecel acreditam que é de suma importância esse investimento na participação de nossos artesãos em feiras como a Fenearte, porque além de divulgar e levar as nossas tradições e belezas para estes lugares, é um esforço que soma ao alcance de nossa cultura em uma perspectiva internacional", concluiu o superintendente de Cultura da Smecel, Joilson Marcos da Silva. Além da Tece Arte, Várzea Grande também teve como representante o artesão Nei Roberto, que trabalha com produtos em madeira. O trabalho da Associação Tece Arte pode ser acompanhado pelas redes sociais em www.instagram.com/teceartemt, onde elas também recebem encomendas.

domingo, 10 de julho de 2022

Festa de São Pedro retorna em grande estilo com parceria da Prefeitura de Várzea Grande

Momento mais esperado pela comunidade do Distrito de Bonsucesso, a 41ª Festa de São Pedro retornou nesta quarta-feira (29), após 3 anos de espera devido à pandemia, mais forte e mais bonita, graças à união dos moradores, que contaram com o apoio incondicional da Prefeitura de Várzea Grande. A contribuição do Executivo municipal ocorreu por meio das Secretarias Municipais de Secretaria de Educação, Cultura, Esporte e Lazer, que viabilizou a estrutura de tendas, mesas e cadeiras, Meio Ambiente e Desenvolvimento Rural Sustentável, que emitiu o licenciamento e alvará; Secretaria Municipal de Saúde, com orientações e aferição de pressão e glicemia na festa; Serviços Públicos e Mobilidade Urbana, que fez a zeladoria e limpeza do distrito; Defesa Social, que enviou guardas municipais para controlar o trânsito, que estava movimentado devido à presença de aproximadamente 10 mil pessoas durante todo o dia. Além disso, foram providenciadas linhas especiais de ônibus, que saíram do Terminal André Maggi. Todo o apoio seguiu a determinação do prefeito Kalil Baracat, que esteve presente na festa, juntamente com a primeira-dama, a promotora de Justiça Kika Dorilêo Baracat. “A pandemia nos privou de muita coisa e hoje temos a felicidade de participar de uma festa tão importante para a cidade de Várzea Grande, que é a Festa de São Pedro, onde se comemora o dia do pescador aqui na comunidade de Bonsucesso, uma das mais antigas da cidade. É uma festa cultural, turística, onde a gente expõe a nossa gastronomia, onde tem várias peixarias, então, a rota do peixe é por aqui. É uma felicidade estar ajudando para que a gente consiga cada vez mais retornar à vida normal, embora a pandemia não acabou”, destacou o gestor. A Prefeitura procurou colaborar de todas as formas possíveis para a realização do evento, que, segundo ele, é considerada a maior festa gastronômica de pescado de água doce do Brasil. “Vem muita gente de fora, movimenta muito o setor hoteleiro. Vem pessoas não só de Cuiabá e Várzea Grande, mas de toda a Baixada Cuiabana. Este ano está com uma estrutura bem melhor do que nos anos anteriores. A festa ficou muito bonita. Dentre os turistas, quem fez questão de apreciar foi a aposentada Valdelice Rodrigues Martins, moradora de Cuiabá. “Já vim outras vezes, mas faz muito tempo. Eu gosto de vir para participar da festa, ver novidades, sair um pouco de casa porque com essa pandemia, fazia tempo que eu não saía de casa. Sempre venho na época da festa, que é muito bonita. Eu, como católica, adoro essa festa!”. Quem também esteve presente, tanto como autoridade quanto como devoto, desde a procissão, que iniciou às 8 horas, foi o secretário municipal de Defesa Social, Alessandro Ferreira da Silva. “A Defesa Social, junto com as demais secretarias, compondo o apoio da Prefeitura Municipal de Várzea Grande, vem somar com a parte de segurança e controle de trânsito para que a gente possa receber os turistas e os munícipes da melhor forma possível para que eles possam curtir essa festa de São Pedro, que é uma festa já tradicional, mas que há muito tempo não se fazia devido à pandemia”, destacou. Durante a missa rezada pelo padre José Oliveira, na Igreja Divino Espírito Santo, que estava lotada de fiéis, a servidora pública Gislene Kelly de Magalhães, membro da comissão organizadora, agradeceu a todos que compareceram ao evento e que colaboraram com sua realização. “Quero agradecer a todos os presentes, ao padre José, à comissão de festeiros, ao nosso prefeito Kalil Baracat, que nos apoiou. Em nome dele, quero agradecer ao secretariado, que não mediu esforços para nos ajudar. Meu muito obrigada e que Deus abençoe a todos vocês”. Para o rei da festa, Benedito Gonçalves da Silva, 68, que recebeu os devotos em sua casa para o tradicional chá com bolo, a Festa de São Pedro tem extremo valor para todos que vivem em Bonsucesso. “A gente sempre foi uma comunidade muito religiosa. Então, a fé está sempre em primeiro lugar. Nós temos fé no Senhor Divino, São Benedito, Nossa Senhora e, dos pescadores, é o São Pedro. E a gente procura passar essa tradição para os mais jovens passarem adiante. A festa também tem importância muito grande porque os turistas se aproximam da comunidade e, consequentemente, gera renda pra comunidade”, afirma o pescador, que nasceu na comunidade e ali aprendeu o ofício com o pai. A 41ª Festa de São Pedro contou com a procissão pela rua principal de Bonsucesso, terminando na casa do rei da festa, onde foi servido o chá com bolo. Em seguida, a missa em louvor a São Pedro foi rezada na Igreja Divino Espírito Santo e o almoço gratuito com mais de duas toneladas de peixe foi servido no salão paroquial, onde também ocorrem a feira de artesanato e shows regionais. Até a meia-noite desta quarta-feira (29), a animação será garantida pelo Corpo Musical da Polícia Militar, Sandrinho dos Teclados e bandas Signus, BigSom, Novo Som e ScortSom. A entrada é franca. Neste dia, linhas especiais de ônibus estão partindo do Terminal de Integração André Maggi.

Redes do Limpo Grande representarão Várzea Grande na maior feira de artesanato da América Latina

Com apoio da Prefeitura de Várzea Grande, por meio da Secretaria Municipal de Educação, Cultura, Esporte e Lazer (SMECEL), a Tece Arte – Associação das Redeiras de Limpo Grande – participará da maior feira de artesanato da América Latina, a Fenearte. O evento acontece entre os dias 06 e 17 de julho, em Olinda (PE). O objetivo é expandir e divulgar a cultura de Várzea Grande. Este é o segundo ano consecutivo que a Associação leva a arte produzida em Várzea Grande para a Fenearte. Em 2021, a ação foi um sucesso. E a expectativa das redeiras para este ano é ainda maior. "É uma honra poder participar da maior feita de artesanato da América Latina e levar nossa belíssima cultura para o mundo", afirma a presidente da associação, Jilaine Maria da Silva. Filha de tecelã, Jilaine explica que a técnica das redes de Limpo Grande descende dos povos nativos da etnia Guanás, que primeiro habitaram a região e transmitiram seus saberes de forma oral para cada geração. "Essa era uma cultura que estava praticamente extinta. Uma rede pode demorar mais de dois meses no tear para ficar pronta. E não havia uma estrutura ou um incentivo para que as mulheres continuassem fazendo esse trabalho. Agora, com a Associação e o apoio da Prefeitura, todas as mulheres estão se sentindo muito motivadas". A Tece Arte foi fundada recentemente, com incentivo e apoio da primeira-dama do Município, a promotora de Justiça Kika Dorilêo Baracat, que deu todo o suporte necessário às artesãs. “Um dos principais compromissos da nossa gestão é com a valorização da nossa cultura. As redes produzidas na comunidade de Limpo Grande nos identificam como seres várzea-grandenses. Não existem outras iguais ou sequer parecidas no mundo. Portanto, como prefeito, me sinto no dever de incentivar, reconhecer, promover e divulgar esse trabalho, que além de tudo gera emprego, distribui renda e valoriza nossa cidade”, expressou Kalil Baracat. A mãe de Jilaine, Julia Maria da Silva, é uma das mais antigas do grupo de aproximadamente 40 mulheres que fazem parte do Tece Arte. Com 65 anos, ela tece desde os 15, época em que ainda precisava colher, descaroçar, filar e novelar o algodão por contra própria. “Os desenhos são criados aqui também. Você vê uma algo bonito e risca o papel. Depois passa pro ponto, para aplicar na rede", explica Julia, e completa. "A gente, que é mais velha, criou nossos filhos com isso. Então a gente quer que essa tradição seja mantida, para que a comunidade continue", manifestou-se. A tecelagem de Limpo Grande é um patrimônio imaterial de Várzea Grande, protegido por Lei. “Portanto, é nosso dever apoiar e promovê-la. Para que este trabalho continue vivo e ampliando o alcance da nossa cultura, precisamos mostra-lo para o mundo", concluiu o Secretário de Educação, Cultura, Esporte e Lazer, Silvio Fidelis. O trabalho da associação Tece Arte pode ser acompanhado pelas redes sociais em www.instagram.com/teceartemt, onde elas também recebem encomendas.

I Feira Cultural de Várzea Grande traz rica programação até domingo

Até o domingo (19), o bairro Jardim Glória II e região recebem a ‘I Feira Cultural de Várzea Grande’. Com apoio da Prefeitura Municipal, por meio da Secretaria de Educação, Cultura, Esporte e Lazer (Smecel), o evento oferece uma rica programação artística, com grandes nomes da música regional e várias opções gastronômicas. O objetivo é exaltar a cultura da cidade, promovendo entretenimento e lazer para a população. De acordo com o superintendente de Cultura do Município, Joilson Marcos da Silva, a realização do evento na região do Jardim Glória II é de suma importância, pois além de enaltecer a produção cultural da região, também leva uma outra opção de lazer para a comunidade. "Essa é uma região muito conhecida pelo lambadão, pelo rasqueado e pela produção de violas de coxo, então precisava de um evento assim para difundir a cultura local", afirmou. Entre os visitantes da quinta-feira (16), primeiro dia da feira, o artesanato e as comidas típicas chamaram mais atenção. Jessica Costa da Silva, de 28, contou que ouviu dos amigos sobre a feira e ficou com curiosidade para conhecer. "É muito bom que os eventos vão para outros bairros, pois aproxima a população e dá a oportunidade para aproveitar a cultura local", disse. Quanto às apresentações, o primeiro dia contou com Pescuma, Henrique e Claudinho e com a Banda de Música de Várzea Grande. "A função da Banda de Várzea Grande é levar alegria para a população, aproximando o poder público da comunidade, fazendo uma interação através da música que traz tantos sentimentos positivos", apontou o maestro Uelinton Santos. A ‘I Feira Cultural’ acontece na praça do bairro Jardim Glória II e é uma realização do projeto Arcanjo Miguel, com apoio da Polícia Militar, Guarda Municipal de Várzea Grande, Corpo de Bombeiros, Assembleia Legislativa de Mato Grosso, Governo de Mato Grosso e Unifort. Programação Completa: Dia 17 · Coral em Libras – EMEB Escola Eunice César de Mello · Coral – EMEB Escola Emanuel Benedito de Arruda · Flor Atalaia · Novo Som · Os Bacanas · Lambadão Dos Federais Dia 18 · Hino em Ritmos e Grupo Musical – EMEB Tenente Abílio de Moraes · Associação Anjo Miguel · Balé Luciana Lins · Nico e Lau · Jero Neto · Os Meninos do Piseiro · Sedusamba Dia 19 · Grupo de Siriri – EMEB Padre Luís Maria Ghisoni · Dança de Quadrilha – EMEB Joaquim da Cruz Coelho · Banda do Projeto Caderno II · Banda da Polícia Militar · Flor Ribeirinha · Os Amigos · Fernanda Leite · Matheuzinho

As apresentações do coral e das danças de roda dos alunos das quatro escolas ocorreram na Praça de Alimentação do VG Shopping

167 alunos da Rede Municipal de Educação de Várzea Grande participaram, no último sábado (11), do Arraiá do VG Shopping, com apresentações de coral e dança de roda. De acordo com a Superintendente Pedagógica da Secretaria Municipal de Educação, Cultura, Esporte e Lazer (Smecel), Luz Marina Coelho, a parceria é importante tanto para as crianças, quanto para o shopping. "Ações como esta permitem valorizar os nossos alunos, abrindo um espaço para que apresentem as músicas e danças que aprenderam nas oficinas do ETA, além de permitir que o público do shopping e toda população conheçam melhor o trabalho desenvolvido nas escolas", afirmou O programa ETA visa contribuir com a qualidade da educação e com o rendimento escolar, oferecendo atividades complementares no contraturno escolar ligadas ao desenvolvimento cultural e pedagógico dos alunos. "Essa é uma ferramenta que temos para atender as crianças em situação de vulnerabilidade socioeconômica e que por vezes estão em contextos desafiadores", disse a gerente do Programa ETA, professora Samira Untar. Todas as escolas contempladas com o Programa ETA oferecem oficinas de apoio à aprendizagem, letramento, raciocínio lógico, dança e teatro. Além dessas modalidades cada escola, dependendo de sua vocação ou contexto, oferece outras opções de oficinas, como esportes, coral, ou ainda coral em Libras. É o caso da Escola Municipal de Educação Básica EMEB Eunice Cesar de Mello, que apresentou o hino da cidade e a canção "Raridade" em Libras no shopping. "O Programa ETA idealizado com o objetivo de contribuir para a melhoria da qualidade de educação e do rendimento escolar, oferecendo espaço de convivência para ações afirmativas que reduzam a vulnerabilidade social de crianças e adolescentes de Várzea Grande e que também reduzam a evasão escolar. É um divisor de águas na vida dos nossos alunos e já trouxe muitos resultados positivos, inclusive com alunos que já saíram do Programa e hoje são multiplicadores desses valores em suas comunidades", concluiu Samira. Também participaram das apresentações as EMEBs Profª Euraide de Paula, do distrito de Limpo Grande; Profª Angela Jardim Botelho, do bairro Cohab Canelas e; Profª Lenine de Campos Póvoas, do bairro Parque das Estações. Este foi o segundo final de semana da ação, no sábado dia 4, quem se apresentou foram os alunos da EMEB Profª Rita Auxiliadora de Campos Cunha, do bairro Mapim, resultado da parceria entre a Secretaria Municipal de Educação, Cultura, Esporte e Lazer (Smecel) e o Várzea Grande Shopping, para a valorização e divulgação do resultado dos esforços das crianças e dos gestores das escolas da Rede Municipal de Educação de Várzea Grande.

O Projeto MPT na Escola premiou 12 alunos das escolas da Rede Municipal de Ensino de Várzea Grande nas categorias desenho, poesia, conto, curta metragem e música.

Alunos de escolas da Rede Municipal de Ensino de Várzea Grande que participaram do projeto ‘MPT na Escola’, idealizado pelo Ministério Público do Trabalho de Mato Grosso (MPT-MT) com o intuito de promover o debate em sala de aula sobre os direitos da criança e do adolescente, especialmente quanto à erradicação do trabalho infantil e a proteção ao trabalhador adolescente, receberam a premiação, na manhã desta sexta-feira (10), no auditório da Ordem dos Advogados do Brasil, subseção de Várzea Grande (OAB/VG). De acordo com o Promotor do Trabalho, André Canuto, gestor da Coordenação de Combate à Exploração do Trabalho da Criança e do Adolescente (Coordinfância) em Mato Grosso, o MPT-MT tem uma ação prioritária no combate ao trabalho infantil com o projeto “Resgate a Infância”, divido em três eixos: educação, políticas públicas e aprendizagem profissional. “O eixo educação, correspondente ao MPT na Escola, visa a promover o combate ao trabalho infantil por meio da educação das crianças, adolescentes e profissionais da comunidade escolar e toda a comunidade local, inclusive os pais dos estudantes. Sabemos que o trabalho infantil no Brasil ainda conta com a disseminação de mitos que dificultam a compreensão acerca dos extensos prejuízos causados às crianças e aos adolescentes”, explicou. O promotor acompanhou com entusiasmo a apresentação do Coral Canto & Encanto, da Escola Municipal de Educação Básica (EMEB) Profª Salvelina Ferreira da Silva, que também teve seus alunos premiados no concurso. Ao passo que o secretário de Educação, Cultura, Esporte e Lazer de Várzea Grande, Silvio Fidelis, destacou a parceria da Prefeitura com o MPT-MT, lembrando que a primeira edição do concurso foi um sucesso, mesmo ocorrendo durante o período da pandemia. “Com a determinação do prefeito Kalil Baracat, do vice José Hazama, e o apoio de todos os vereadores da Câmara Municipal, estamos conseguindo a aprovação de todos os projetos e promovendo os avanços e melhorias na Educação Infantil e na Educação Básica em nosso Município. Para nós, é inegociável o direito da criança de estudar, o direito da criança de brincar, de se alimentar, o direito à saúde, carinho e compreensão. E o trabalho tem que vir apenas no momento certo”, pontuou. Fidelis lembrou que a Rede Municipal conta com o Programa Escola em Tempo Ampliado – ETA, que na gestão Kalil Baracat foi estendido para 32 escolas, desenvolvendo atividades no contraturno escolar como dança, música, teatro, artesanato, reforço escolar, prática esportiva, cultivo de hortaliças entre outras. O Projeto MPT na Escola premiou 12 alunos das escolas da rede municipal de Várzea Grande nas categorias: Desenho; Poesia; Conto; Curta metragem e Música. Confira os estudantes premiados: EMEB Mercedes De Paula Sôda - 1º lugar Desenho: aluna Anny Gabrielly da Silva Belo, 5º ano A - 2º lugar Música: aluna Natália Almeida da Costa, 4º ano A. EMEB Profº Paulo Freire – 1º lugar Conto: aluno Arthur Emanuel de Barros Costa, 6º ano C - 2º lugar Poesia: aluna Kamilly Vitoria de Campos Assunção, 7º ano A EMEB Manoel Corrêa de Almeida – 1º lugar Poesia: aluna Maria Eduarda Linda de Oliveira, 6º ano A - 2º lugar Desenho: Gabrielly Santiago Santana, 6º ano A EMEB Profª Salvelina Ferreira da Silva – 1º lugar Desenho: aluna Ana Raiany da Silva Macedo, 5º ano C - 2º lugar Desenho: aluna Nicoly Gabrili Silva Rodrigues, 5º ano C EMEB Tenente Abílio da Silva Moraes – 1º lugar Poesia: aluna Gabriella Mariane de Moraes Costa, 7º ano B - 2º lugar Poesia: Guilherme da Silva Costa, 7º ano A EMEB Faustino Antônio da Silva – 1º lugar Desenho: aluna Emanuelly Fernanda Paiva Gaba, 4º ano U - 2º lugar Poesia: aluna Nathacha Benedita dos Santos, 4º ano U.

Cultura abre edital de fomento à produção artesanal de Várzea Grande

A Prefeitura de Várzea Grande, por meio da Superintendência de Cultura da Secretaria de Educação, Cultura, Esporte e Lazer, anunciou lançamento do edital de concurso dentro das ações do Projeto de Valorização do Artesanato de Tradição Cultural (PROMOART), selecionado pelo Edital MT Afluentes, da Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer de Mato Grosso – SECEL/MT. Ao todo, serão destinados o montante de R$ 70 mil reais para selecionar 20 iniciativas desenvolvidas por mestres artesãos da viola de cocho e redeiras do distrito de Limpo Grande. Cada iniciativa será premiada com o valor de R$ 3.500,00 reais. De acordo com o superintendente de Cultura, Joilson Marcos da Silva, um dos eixos norteadores do projeto é o fomento à produção, como forma de garantir e valorizar as expressões culturais locais e os mestres detentores dos conhecimentos dos modos de fazer a tecelagem de Várzea Grande e a Viola de Cocho. “Outro importante objetivo do projeto é reconhecer os saberes, conhecimentos e expressões dos grupos tradicionais da cultura e democratizar o acesso da sociedade em geral às artes e à cultura regional”, disse. O superintendente informou que o edital segue com inscrições abertas até dia 4 de julho, que podem ser feitas presencialmente na sede da Superintendência de Cultura de Várzea Grande, localizada na Avenida Couto Magalhães, nº 1422, Centro (Casa de Artes). “Para a inscrição os proponentes deverão ler e observar os documentos e declarações necessárias descritos no edital. O Edital também está disponível na aba Licitação/Concurso no Portal da Prefeitura Municipal”, explicou.

Várzea Grande retoma desfile cívico-militar após dois anos

Depois de anos sem a realização do desfile cívico-militar em Várzea Grande por conta da pandemia, a prefeitura de Várzea Grande pôde celebrar, desta vez, o aniversário de 155 anos de fundação da cidade como manda a tradição. Graças ao avanço da cobertura vacinal e a redução dos casos de covid-19, o evento foi promovido no último domingo (15) e reuniu as forças armadas e auxiliares, escolas da rede pública e projetos sociais para diferentes faixas etárias.
A comemoração ainda prestou uma singela homenagem ao poeta Ubaldo Monteiro, autor da letra do hino da cidade. "Um povo e uma cidade têm que ter história". A célebre frase do coronel, poeta, jornalista e escritor foi o tema escolhido pela Secretaria Municipal de Educação, Cultura, Esporte e Lazer (Smecel) para o desfile. Os primeiros pelotões a desfilar foram do Exército, Polícia Rodoviária Federal (PRF), Polícia Militar (PM) e Corpo de Bombeiros Militar (CBM), acompanhados de suas bandas e projetos voltados às crianças, representando as forças de segurança que guardam Várzea Grande e seu futuro. “Fico orgulhoso de ver nossas crianças participando do desfile novamente. Ele é o símbolo da nossa tradição e reforça o dever cívico de cada cidadão várzea-grandense, no sentido de zelar pelos interesses da nossa cidade”, observou o prefeito Kalil Baracat. Ao longo do percurso, trechos do hino da cidade eram acompanhados por pelotões formados por carros alegóricos e pelas escolas da rede pública, suas bandas, grupos de dança e canto, e fantasias representando a cidade industrial, seu povo de diferentes origens e trabalhadores de diferentes setores. Muitas das apresentações fazem parte do Programa Escola em Tempo Ampliado (ETA), como é o caso do coral Canto e Encanto, da Escola Municipal de Educação Básica (EMEB) Salvelina Silva. O desfile também lembrou da pandemia, apresentando um pelotão onde a escola e os professores eram ligados por fitas azuis aos estudantes, que seguravam tablets e notebooks e andavam dentro de fantasias de casas. Juntamente, trabalhadores informais, que foram duramente atingidos pelo período de emergência de saúde, foram homenageados em um dos carros alegóricos. "É bom poder ver o desfile na rua de novo. Eu não vim nos últimos antes da pandemia, mas fiz questão de vir nesse. O melhor é ver as crianças tocando e cantando, deixa a gente com esperança pro futuro", disse o senhor Antonio Vieira, de 66 anos, que acompanhava a celebração com a família. Também tiveram espaço no desfile os veteranos do Clube Esportivo Operário Várzea Grandense (CEOV); projetos culturais, de reforço escolar e programas desenvolvidos pela Smecel com parceiros, como o Fortalecer, Criança Feliz, AMFMT, Educação Ambiental e Proerd; e mais. O encerramento da comemoração ficou sob responsabilidade da Guarda Municipal de Várzea Grande (GMVG).

Prefeitura entrega renovação de espaço esportivo e cultural no Cabo Michel

Moradores do residencial Cabo Michel e região já podem aproveitar de uma estrutura renovada para a prática de atividades físicas no Espaço Esportivo e cultural "Ricardo Alexandre de Lima Garcia", após a entrega da revitalização do local, realizada pela prefeitura de Várzea Grande, nesta quarta-feira (11), em evento que integra as comemorações de 155 anos de fundação da cidade. Em seu discurso, o prefeito Kalil Baracat falou sobre o respeito ao erário de Várzea Grande, refletido em novos investimentos das esferas estaduais e federais na cidade, em obras da educação, infraestrutura, esporte e mais. “Temos investido em todas as regiões da cidade, com várias entregas neste período do aniversário. E como todos sabem, a água é a prioridade número um da nossa administração, portanto no dia 16 de maio vamos lançar mais duas Estações de Tratamento de Água (ETA), investimento que poucos prefeitos fizeram para levar água para toda Várzea Grande”, disse. Com custo aproximado de R$300 mil, o projeto da Secretaria Municipal de Educação, Cultura, Esporte e Lazer (Smecel) incluiu a revitalização da quadra poliesportiva e das instalações elétricas, construção de um palco, plantio de árvores e grama, fixação de bancos e lixeiras, além de brinquedos e equipamentos de ginástica. Para o superintendente de Esporte e Lazer, Jadir Pereira, no evento representando o Secretário Municipal de Educação, Cultura, Esporte e Lazer Silvio Fidelis, a entrega da reforma demonstra o olhar humano do prefeito para as comunidades periféricas. “Lá atrás isso aqui era só um terreno com um campinho de chão batido feito pela própria comunidade. Agora esse investimento da Prefeitura transformou aquela semente que a população plantou em uma praça, com playground para as crianças, academia ao ar livre e onde a Smecel vai poder trazer mais dos seus projetos para a população”, afirmou. O Espaço deverá ser utilizado para a prática de atividades físicas e esportes como futsal, basquete, vôlei e handebol. No futuro, a previsão é que se torne também um polo do Programa Qualidade de Vida, da Smecel, que oferece aulas de Zumba, Circuito Funcional, GAP e alongamento. Amanda Bassani, moradora do Cabo Michel, disse que pretende aproveitar o espaço para o lazer com Eloá, sua filha pequena. “Era difícil usar o espaço antes e aqui é longe dos outros parques, mas agora vai dar pra vir, trazer as crianças para brincar”, disse e completou falando também sobre a segurança que um espaço com iluminação melhor oferece à comunidade.

Superintendência de Cultura e Instituto Histórico promove a Sarau cultural em homenagem aos 155 anos de Várzea Grande

O Instituto Histórico e Geográfico de Várzea Grande, em parceria com a Superintendência de Cultura da Secretaria de Educação, promoveu na noite do último sábado (07) um Sarau que movimentou a cena cultural do município. A ação contou com a participação de artistas para comemorar o aniversário de 155 anos de Várzea Grande. A noite com temperatura agradável e céu estrelado completou o palco, montado na praça Sarita Baracat (antiga praça Aquidaban), que reuniu artistas, poetas, crianças, jovens, adultos e famílias para assistir e aplaudir as apresentações. De acordo com o superintendente de Cultura, Joilson Marcos da Silva, o Sarau foi aberto com a apresentação do Hino de Várzea Grande, executado pela Banda Municipal, sob a regência do maestro Ueliton Santos. Ainda na abertura do evento, a banda apresentou outras músicas que agradaram a plateia. Em seguida, a apresentação foi da Orquestra de Violino dos alunos da Escola Estadual José Leite de Moraes, sob a regência do professor Odenil Seba, que evidenciou a técnica e o envolvimento dos estudantes que participam do projeto Educarte que teve início em 2002 e já atendeu mais de mil estudantes. O Sarau prosseguiu com a apresentação do artista Rodrigo Mendes, que fez um relato sobre seu avô, o ilustre várzea-grandense Pedro Gomes, que desenvolveu um instrumento musical denominado Violino de Fone. Após a demonstração da sonoridade do instrumento, o artista fez sua apresentação autoral. A noite festiva contou ainda com a participação cultural e musical com as artistas Cleude Miranda, Lalaca e Verone. O Sarau seguiu noite adentro com as apresentações da Banda Municipal que brindaram o público com clássicos da MPB e diversos estilos musicais e ritmos regionais. Para o superintendente Joilson Marcos, o Sarau da Cultura pode fazer parte do calendário cultural de Várzea Grande durante todo o ano. A iniciativa visa o resgate cultural e do resgate dos valores tradicionais que a gestão Kalil Baracat está promovendo. “A prefeitura de Várzea Grande vem desenvolvendo várias ações no sentido de resgatar as tradições e valorizar as manifestações artísticas e culturais de nossa gente. Estamos desde o início da gestão promovendo encontros culturais, feiras de artesanato, cursos de capacitação, conferências, roda de conversa, exposições temáticas e fomentando o trabalho de artistas locais. Com uma tradição cultural e folclórica tão rica, nosso desafio para divulgar todos esses valores e essas ações é muito grande”, destacou o prefeito, Kalil Baracat.

Livros didáticos de História e Geografia de Várzea Grande inauguram um novo momento na Educação Municipal

“A minha e as novas gerações, com certeza, poderão construir um futuro melhor”, disse o prefeito Kalil Baracat ao participar da solenidade de entrega de Livros Didáticos da História e da Geografia de Várzea Grande, que foram elaborados a partir de estudos, pesquisas e trabalhos de professores e profissionais da Educação da segunda maior cidade de Mato Grosso. Acompanhado pela primeira-dama e promotora de Justiça, Kika Dorilêo Baracat e pelo secretário de Educação, Cultura, Esporte e Lazer, Silvio Fidélis, além de vereadores, secretários, professores e alunos, a solenidade ganhou importância pelo fato de as pesquisas terem sido elaboradas por profissionais da Rede Pública Municipal e pelo fato de o prefeito garantir a gratuidade dos exemplares para os alunos da Rede Pública Municipal. Tanto Kalil Baracat quanto a primeira-dama Kika Dorilêo Baracat participaram do lançamento dos livros didáticos “Várzea Grande, cidade da gente”, destinado aos alunos dos anos iniciais e finais do Ensino Fundamental da rede municipal de Várzea Grande. Os livros didáticos “Várzea Grande, cidade da gente” de autoria dos professores: Gonçalina Leite Rondon, Wanda Cecília de Mello, Rosana Fátima de Arruda, Emerson de Souza, Nailza Barbosa Gomes e Pedro Mário Sales foram produzidos pela Didáticos Editora e serão distribuídos para os alunos do Ensino Fundamental nos estudos regionais de História e Geografia sem custo e como elemento fundamental para que as pessoas conheçam a história da cidade onde vivem ou nasceram. Um dos maiores filósofos, teórico político e orador irlandês, que foi membro do Parlamento Londrino afirmava com desenvoltura que ‘Um povo que não conhece a sua história está condenado a repeti-la’, o que até hoje demonstra que sem história um povo fica enfadado a não sair do mesmo local, não evoluir e como queremos e vamos evoluir, temos que ter história, estar com ela registrada para poder ser propagada para todos que desejarem e se tornar evolutiva assim como é a própria vida humana”, comemorou o prefeito Kalil Baracat, ressaltando novamente que ele vem de uma família de educadores que sempre trabalharam por uma Várzea Grande melhor para todos sob o comando da sua avó Sarita Baracat. De acordo com a professora Gonçalina Rondon, os dois volumes destinados aos anos iniciais e aos anos finais, são o resultado de anos de estudos e pesquisas realizadas pelos autores para ser utilizado em sala de aula. “Os livros irão possibilitar aos estudantes o conhecimento dos aspectos históricos de Várzea Grande desde sua fundação até o momento atual. Além dos registros históricos, fotos, mapas e ilustrações, os livros também contêm atividades variadas e sugestões para trabalhos de pesquisa individual ou em grupo”, explicou. Outro aspecto relevante para os autores é a possibilidade que as publicações também possam ser fontes úteis de estudo para aqueles que desejam prestar concurso para o serviço público municipal ou para pesquisadores e historiadores interessados pela história política, social e cultural de Várzea Grande. Para o secretário Silvio Fidelis, com a publicação e a distribuição dos livros para as escolas, o estudo de história e geografia na Educação Fundamental do município vai ficar mais abrangente. “Em sala de aula, o professor ensina a história e geografia do estado, do país e até do mundo. A partir de agora ele também vai poder ensinar a história e geografia do município com esses livros que serão importantes instrumentos para elevar os conhecimentos de alunos e professores sobre a história e geografia de Várzea Grande”, destacou. Silvio Fidélis lembrou que dados históricos e geográficos fazem parte de toda e qualquer medida adotada não só pelo ensino, mas também, pelas empresas e indústrias para decidirem seu planejamento futuro, para investidores que desejam saber as reais possibilidades para seus negócios, para o dia a dia de todos que vivem da cidade ou em função dela, pois no mundo moderno, digital das mídias sociais, a história constrói e define estratégia e a geografia assegura resultados, ou alguém acredita que o agronegócio não levou em consideração a história de Mato Grosso e seus dados geográficos para tornar aqui o maior celeiro do mundo.

Projeto da Guarda Municipal projeto “A ARTE DE PROTEGER”. será apresentado nas escolas da Educação Básica de Várzea Grande

A equipe de Educação para o Trânsito da Guarda Municipal de Várzea Grande, através da parceria com a Secretaria de Educação, Cultura, Esporte e Lazer irá contemplar todas as escolas da Educação Básica com o projeto “A ARTE DE PROTEGER”. O projeto conta com apresentações de Teatro de Fantoches que abordam temas adaptados às necessidades da comunidade escolar, como o trânsito, meio ambiente, pandemia da Covid-19, dengue, exploração do trabalho infantil, exploração sexual contra crianças e adolescentes, gravidez na adolescência, boas maneiras, faça bonito entre outros. A equipe da Guarda Municipal a frente do projeto é composta pela coordenadora GM Fraulen Eliza Rodrigues de Miranda do Espírito Santo e GM Inês Guimarães Rodrigues. Para a coordenadora, o trânsito é o principal objetivo, pois os estudantes são pedestres e passageiros, e no futuro serão condutores. “De maneira lúdica e divertida orientamos as crianças sobre as sinalizações que existem nas ruas o uso do cinto de segurança, não beber e dirigir, não falar no celular, uso de dispositivos de segurança para conduzir as crianças, como o bebê conforto, a cadeirinha, o assento de elevação e suas respectivas idades para cada uma. Orientamos também qual a idade correta para andar como passageiro em uma motocicleta”, explica. Durante as apresentações, as crianças também são orientadas a conversarem com os pais para não jogarem lixo pela janela do veículo, como por exemplo, a tampinha de garrafas pet, plásticos e outros tipos de lixo do mesmo material, ou, também ao transitar a pé e jogar o lixo na rua ou até mesmo em terrenos baldios, estão contribuindo para que o mosquito Aedes aegypti se prolifere. Desta maneira, o projeto faz um trabalho conscientizando crianças para o presente e para um futuro limpo, sem mortes no trânsito e sem a proliferação do Aedes aegypti e por consequência as doenças causadas pelo mosquito. O projeto “A ARTE DE PROTEGER” desde o início do ano letivo já atendeu três escolas, se apresentando para 781 crianças entre 04 e 12 anos, 55 adultos participaram das apresentações. A expectativa da equipe é que até julho as apresentações contemplem 80% e até o final do ano 100% das escolas para levar também as apresentações até os Centros de Educação Infantil – CMEIs.

Várzea Grande vai sediar a V Conferência Municipal de Promoção da Igualdade Racial

O município de Várzea Grande sediará a V Conferência Municipal de Promoção da Igualdade Racial (Compir) no dia 25/02/2022, das 7h30min às 17h, na Escola Municipal de Educação Básica – EMEB - Honorato Pedroso de Barros, situada no endereço: Av: S/N. Filinto Muller, Bairro: Água Vermelha, a partir das orientações da Conferência Nacional de Promoção da Igualdade Racial (Conapir). O encontro reunirá 100 representantes do poder público, comunidades tradicionais e movimentos sociais, tendo como tema principal da quinta edição o "Enfrentamento ao racismo e às outras formas correlatas de discriminação étnico-raciais e de intolerância religiosa: política de Estado e responsabilidade de todos nós" para refletirmos as políticas públicas no combate ao fenômeno do racismo, intolerância religiosa e violação de direitos do público LGBTQIa+. O objetivo da Compir é propor alternativas para a superação das desigualdades étnico-raciais, tanto do ponto de vista econômico quanto social, político e cultural. A conferência busca ampliar os processos de controle social sobre as políticas públicas, como o Estatuto da Igualdade Racial (Lei nº 12.288/2010). A lei garante à população negra e aos demais grupos étnico-raciais a efetivação da igualdade de oportunidades, a defesa dos direitos étnicos individuais, coletivos e difusos e o combate à discriminação e às demais formas de intolerância étnica. A última edição do evento foi realizada em 2017, com o tema "O Brasil na década dos afrodescendentes: reconhecimento, justiça, desenvolvimento e igualdade de direitos". O Conselho de Promoção da Igualdade Racial defende a importância da adoção de diferentes estratégias no combate ao racismo e formas de enfrentamento, denúncias, nesse sentido é necessário elaborar outras narrativas de fortalecimento vinculadas a políticas afirmativas.

Livro de professora da Rede Municipal de Várzea Grande é tema de reportagem do Jornal Gazeta

O jornal A Gazeta, em sua edição de domingo, 23 de janeiro, publicou uma reportagem sobre o livro “Relações Étnico-Raciais: Paradigmas e Desafios” de autoria da professora Rosana Fátima de Arruda, publicado pela Editora Carlini & Caniato. A obra recebeu recursos da Lei Aldir Blanc e foi lançado durante a realização do IV Seminário de Diversidades e Relações Étnicos-Raciais, Na reportagem, a autora conta como foi o trabalho de pesquisa ao longo de sua trajetória pedagógica na Rede Municipal de Várzea Grande que resultou na produção literária. Segue o texto da reportagem na íntegra: A professora Rosana Fátima de Arruda, ativista do IMUNE (Instituto de Mulheres Negras) e conselheira do Conselho Municipal Promoção de Igualdade Racial (CMPIR) de Várzea Grande, observou ao longo de mais de duas décadas de trabalho em salas de aula as mais diversas formas de desigualdade racial no ambiente escolar. Depois de muita pesquisa lançou em 2021 o livro Educação Para as Relações Étnico-Raciais: Paradigmas e Desafios. Rosana conta que, ao refletir sobre a realidade dos alunos negros, percebeu a necessidade de entender as relações sociais que estavam baseadas na cor, no fenótipo. “Busquei em nível de pós-graduação entender o fato e o que eu poderia fazer para melhorar e o resultado de um dos estudos e ações está posto no livro”, comentou. Rosana atua como professora concursada na Rede Pública Municipal de Várzea Grande há 27 anos. Desde 2009, quando participou de um curso de formação promovido pelo Núcleo de Estudos e Pesquisas sobre Relações Raciais e Educação (NEPRE) da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), tem se dedicado às pesquisas sobre o assunto. Naquele ano, a professora lecionava na EMEB “Nair de Oliveira Correa”, no bairro Mappin. “E foi após assumir a coordenação pedagógica que comecei a perceber que o que acontecia com os alunos negros da minha sala se repetia em toda a escola. Os alunos negros reprovavam e eram os mais agressivos ou os mais retraídos. Ou seja, estar na coordenação me oportunizou algumas reorganizações no trabalho escolar que me consumiram a visão particularizada da sala de aula, para uma visão geral da escola”, relatou. O envolvimento com alunos e professores possibilitou à pesquisadora fazer comparações e análises mais gerais do desempenho escolar dos alunos da escola. “Cheguei a algumas conclusões. Evasão dos alunos negros: constatei que a grande maioria tinha familiares desempregados, que nos anos finais havia mais meninas que nos anos iniciais e que a maioria dos alunos agressivos e repetentes eram negros. O histórico familiar oscilava entre morar com avós, tios, pais separados ou não, mas todos tinham a violência como algo em comum”, relatou. Na análise da professora, os paradigmas e desafios deveriam romper com a prática do negacionismo do racismo, de que vivemos numa democracia racial, de que todos temos as mesmas oportunidades e que o sucesso é marcado pela meritocracia. “É preciso entender e compreender que o racismo (podendo ser manifestado como preconceito, discriminação direta ou indireta, ou até como injuria racial) está presente na vida cotidiana”, alerta Rosana continua: “é preciso educar o nosso olhar para identificar nas nossas relações sociais as relações conflituosas e tensas baseadas na cor e intervir. Para essas intervenções chamamos de educação para as relações étnico-raciais. Dessa forma garantimos o direito da igualdade racial na educação, saúde, política, esporte, lazer, enfim, porém atrelado a isso, é preciso também considerar as políticas equitativas. As políticas equitativas são os programas, ações que vão dar suporte aos estudantes na correção, justiça no acesso e/ou permanência dos direitos garantido”. Ter o conhecimento e consciência de que o racismo é estruturante e o combate no campo educacional é a educação das relações étnico-raciais a incentivou a continuar a pesquisa. “Mobilizei a escola para propor algumas mudanças no currículo escolar, então criei um grupo de teatro que aos finais de semana eu os atendia trabalhando algumas técnicas de socialização e respeito. Convidei palestrantes, pessoas especialistas que trabalhavam no Projeto Fortalecer da Promotoria de Justiça (projeto criado para diminuir as faltas das crianças na escola) para palestrar aos pais da escola. Ainda propus à escola uma rediscussão dos temas a ser abordado e sugeri que um bimestre fosse trabalhado a questão racial e que um dos temas da sala do professor fosse direcionado para esse foco”, contou. Segundo ela, a princípio foi bem aceita entre os professores, porém, com a proximidade do desenvolvimento do tema algumas colocações começaram a surgir: Vamos falar só sobre negros? Como valorizar e fazer as crianças se aceitarem como negras? Como enfocar o candomblé, se uma grande parcela dos alunos é cristã? Hoje o que caracteriza uma pessoa como negra: a cor da pele ou ascendência? “São questionamentos que me incomodaram e que superei com estudos, reflexões e práticas coerentes”. Hoje já há uma grande produção de material literário e didático que dá suporte à prática pedagógica antirracista. Para tanto é preciso uma mudança do comportamento, atitude e ações do professor frente aos desafios de introduzir no curricular o ensino das influências e contribuições do povo negro e indígena em paralelo aos conhecimentos europeus já estabelecido, defendeu. Atualmente, Rosana trabalha com formação continuada de professores na área de ciências humanas (anos iniciais e finais), tendo como temática: “BNCC e a diversidade étnicoracial”. “Desenvolvo na prática o que ensino, pois, também atuo na EJA, e diariamente trabalho com a desconstrução das relações sociais marcadas pelo racismo ao incluir na prática pedagógica a Educação das relações étnico-raciais e saberes e conhecimentos ligados a conteúdo da história e cultura afro-brasileiros, indígenas e africanos”, disse. O objetivo dos cursos é preparar o professor para atuar com as diferentes etnias presentes nas escolas municipais. Os professores e coordenadores têm atuado na inclusão de alunos de diferentes nacionalidades. “Posso citar a inclusão de uma estudante haitiana que foi alfabetizada numa escola do município, ela era a tradutora do português para a sua mãe. Outra experiência, foi a participação do aluno boliviano no atendimento da escola em tempo integrado (ETA), enfim, são muitos as boas práticas em educação étnico-racial e a formação é essencial”, diz. O livro “Educação Para as Relações Étnico-Raciais: Paradigmas e Desafios” contou com recursos da Lei Aldir Blanc por meio do edital Nascentes e foi distribuído em todos os estabelecimentos escolares (municipal e estadual) de Várzea Grande, às bibliotecas e universidades. O livro possui uma linguagem acessível, conceitos sobre o fenômeno do racismo, estratégias de práticas antirracistas para fazer parte do PPP e os caminhos que os municípios podem tomar para estabelecer políticas públicas e fortalecer o currículo escolar.

Centro Cultural vai promover artistas, artesãos e fomentar o turismo de Várzea Grande

A inauguração do "Centro Cultural da Orla Alameda Jornalista Paulo Maria Ferreira Leite", realizada na manhã desta quarta-feira, 22, é um marco para a classe artística e para o setor do turismo no município de Várzea Grande. O Centro Cultural vem para impulsionar e promover ações de fomento dos segmentos culturais e de turismo na cidade. Para o vice-prefeito de Várzea Grande, José Hazama, que realizou a entrega, a gestão do prefeito Kalil Baracat tem investido em todos os setores, inclusive no turismo e na cultura várzea-grandense. “Com a entrega de mais essa obra, mais esse compromisso de campanha e de continuidade de gestão, o prefeito Kalil Baracat, mostra que sua administração trabalha para atrair turistas e empresários, assim como para a divulgação das belezas que temos, nossa riqueza cultural. E, também de fomentar o turismo interno, uma vez que nossa cidade é a porta de entrada para o Estado de Mato Grosso, nada mais justo que tenhamos espaços apropriados como este, para o turista conhecer Várzea Grande e um pouco de Mato Grosso assim que ele chega”, pontuou. A obra do Centro Cultural foi resultado dos trabalhos de contenção da Alameda que passou por um processo de urbanização de todo o perímetro das vias que contornam as margens do Rio Cuiabá do lado várzea-grandense. Com aproximadamente 600 m² de área construída, o Centro Cultural conta com auditório com capacidade para 200 pessoas, sala de exposição, sala de bilheteria, banheiros e sala de apoio e administrativo, além de área externa para eventos e um restaurante. De acordo com o superintendente de Cultura, Joilson Marcos da Silva, o Centro Cultural é um espaço multiuso para os artistas de Várzea Grande, de Cuiabá e de Mato Grosso. “O espaço vai ficar à disposição dos artistas e artesãos para a realização de exposições, apresentações de dança, reuniões, palestras, encontros temáticos e movimentos folclóricos. Queremos já no próximo ano ter uma programação permanente de trabalhos artesanais e muitas outras ações ligadas aos movimentos culturais do município” anunciou. O superintendente informou ainda que um calendário de ações para 2022 está sendo finalizado com o objetivo de levar para o Centro Cultural os mais variados tipos de manifestações artísticas e culturais. “Nosso propósito é movimentar o Centro Cultural com eventos que irão fomentar a cultura várzea-grandense e estadual durante todos os dias do ano. Nossa meta é tornar o Centro uma referência da Cultura e do Turismo no município” declarou. Para o secretário de Educação, Cultura, Esportes e Lazer, Silvio Fidelis, o Centro Cultural é um espaço importante e vai contribuir muito para o fortalecimento dos movimentos culturais em Várzea Grande. “Teremos muitas atividades neste espaço cultural e quem ganha são os artistas, os artesãos, os produtores culturais, os turistas e a população em geral que a partir do próximo ano terá mais uma opção de cultura e de lazer em nossa cidade” destacou. Além de contar com uma exposição permanente de trabalhos artistas locais como Ozires de Paulo, Daiane Trindade, Noemir Crepin, o artista plástico e escultor Tchéllo Santos, as redes do Limpo Grande, violas de cocho do mestre Alexandre Paes, dança do siriri e cururu da AMFMT e apresentações do Instituto Semente Brasil, o Centro vai comercializar peças do artesanato local.